Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 13/05/2020
Em meados do século XIV a Peste Negra causou a morte de aproximadamente dois terços de toda a população europeia da época. Junto a isso, a economia também sofreu com as consequências dessa enfermidade. De maneira semelhante, já nos dias atuais, a pandemia do Coronavírus exerce impacto direto na economia mundial. A exemplo disso, problemas como o elevado número de novos desempregados junto ao crescente índice de falência de empresas ratificam tal afirmação e requerem medidas governamentais para devida erradicação.
Em primeiro lugar, a elevada quantia de pessoas desempregadas durante o surto da doença se mostra uma realidade. Visando demonstrar esta situação, a revista “Folha de São Paulo” publicou uma matéria que expõe dados da pandemia, demonstrando que, no Brasil, apenas no primeiro trimestre de dois mil e vinte, cerca de 1,2 milhões de pessoas perderam seus empregos, sejam eles formais ou informais. Diante disso, a alta taxa de desemprego se torna um empecilho para que a economia flua normalmente, agravando ainda mais a situação do país.
Ademais, a falência de diversas empresas tornam o cenário mundial ainda mais preocupante. Para exemplificar isso, o site “Globo.com” noticiou que na China inúmeras fábricas encerraram seu funcionamento devido a Covid-19, deixando regiões inteiras do país isoladas. Demonstrando portanto, que a pandemia representa uma real ameaça ao funcionamento das empresas e indústrias ao redor do mundo, podendo acarretar no fechamento delas
Por conseguinte, a solução de tais problemas torna-se essencial. Primeiramente, a fim de conter os prejuízos do desemprego, o governo federal deve, através de programas de auxílio, repassar um valor mensal aos que se encontram desempregados e, dessa forma, amenizar os seus prejuízos. Conjuntamente, o governo federal, aliado a Secretaria da Fazenda, deve isentar os empresários e autônomos de seus impostos, durante o período recessivo, para que estes consigam se manter, evitando assim o elevado número de falências. Agindo dessa forma, em futuras situações de crise, a administração dos problemas poderá ser melhor gerida.