Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 14/05/2020

“O dia em que a terra parou…” no refrão da música título de Raul Seixas, disserta a cerca de um sonho metafórico de uma parada mundial. Da qual a população ficara confinadas em suas casas, haja vista uma celeuma não cantada, mas que compartilha ao contexto atual - pandemia do Covid-19. Tal vírus, que em suma afetara a economia global. Ora, face da recessão econômica.

Essa atmosfera leva a um momento de incerteza  e estagnação na economia. De acordo com o FMI, a recessão é uma certeza, onde pode chegar até 6,1% nos países mais ricos (EUA, China), enquanto no Brasil (país emergente) chegará ao saldo negativo de 1%. Isso se reverbera pelo despreparo e inércia estatal, haja vista o fomento em industria de base/insumos, assim a saúde ficara em segundo plano. De fato, insuficiências nas políticas básicas da saúde pública.

Adjacente à isso, tal despreparo acarreta negativamente na projeção em anos posteriores à crise pandêmica. Segundo a OCDE, o mundo levará anos para se recuperar desse recuo econômico, tendo em vista outras pandemias acontecidas (Peste bubônica, Varíola, Cólera, Gripe Espanhola e Gripe Suína - H1N1). Ironicamente não houve aprendizado. Dessa forma, a mão invisível torna-se eficaz, afinal sua mão não ampara, ela se omite. Adam Smith estava completamente errado.

A crise econômica diante ao coronavírus, portanto, necessita de medidas profiláticas. A priori, a OMC junto ao FMI, devem formular medidas a longo prazo, com espectro de minorar as consequências desse vírus, em suma nos países emergentes e em desenvolvimento, ao qual são os mais afetados, a fim de suplementar desenvolvimento econômico-social, pós-pandemia. Outrossim, cabe aos grupos econômicos (G7, G20 e BRICS) colaborarem entre si, ações que subvertam seus países em subsídio mútuos, por meio do livre comércio, turismo e cultura; com a finalidade de mitigar as problemáticas futuras, afinal, os fins justificam os meios - já dizia o filósofo Nicolau Maquiável.