Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 20/05/2020
Têm-se discutido bastante no Brasil e no mundo a cerca dos impactos econômicos da pandemia. No entanto, o país ainda não avançou nesta questão e a mesma persiste em causar preocupação ao governo, às empresas e aos cidadãos. Sendo assim, faz-se necessário que Estado e população atuem juntamente para diminuir os abalos provocados pela devastação do Novo Coronavírus.
Em primeira análise, percebe-se que não só o Brasil, mas países como China, Itália e Estados Unidos tem sofrido, em todos os parâmetros, com as atuais dificuldades enfrentadas. Essa circunstância explica-se devido à falta de preparação e à ausência de um sistema de saúde adequado para receber os indivíduos que apresentam os sintomas da doença. Tal fator torna necessário o recesso do funcionamento das empresas, provocando a queda da economia.
Assim, verifica-se que a possibilidade de os países recuperarem-se rapidamente das consequências causadas pela atual situação é totalmente improvável. Considerando os dados apresentados pelo FMI prevendo a queda de 5,3% do PIB do Brasil deste ano. Entre as ações mais afetadas pela paralisação estão as de companhias aéreas, empresas de turismo, tecnologia e automóveis. Cabe ressaltar também os abalos nas cadeias globais de suprimento e no comércio global, o que contribui para a futura e tão temida crise.
Diante dos argumentos apresentados, nota-se que é de extrema importância diminuir os impactos atuais e futuramente causados pela pandemia. O Governo deve investir em estudos que colaborem para a mais rápida recuperação econômica do país. Além de organizar uma rede de pesquisas de campo, visando a investigação de estratégias para o enfrentamento do coronavírus no Brasil, ocorrendo também a união do Estado com a população. Somente em união a crise poderá ser vencida.