Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 19/05/2020

No atual cenário brasileiro, nota-se que o comércio mundial deve ser fortemente abalado pela pandemia do novo coronavírus. Todavia, à falta de ações públicas para combater os conflitos internos de não concordar com o Governo Federal com a reabertura do mercado por fatores do avanço do vírus faz com que a população seja afetada por não ter condições financeiras de comprar  alimento. Sendo assim, faz-se necessário que o Estado entre em vigor a reabertura do comércio com medidas de prevenção rigorosas.

Em primeiro lugar, nota-se que Angel Gurría, secretário-geral da entidade, afirmou em entrevista a BBC que o choque econômico já é maior do que a crise financeira de 2008 ou a de 2001, após os ataques de 11 de Setembro daquele ano. Um crescimento global previsto para este ano de 1,5%, disse, já soa otimista demais. Para ele, é quase uma confusão de desejo com realidade acreditar que os países vão se recuperar rapidamente, mesmo que não se saiba estimar direito qual será o tamanho do desemprego e das falências empresariais. Gurría prevê que quase todas as grandes economias do mundo entrarão, nos próximos meses, em recessão, ou seja, sofrerão declínio econômico por ao menos dois trimestres consecutivos.

Convém mencionar ainda que o Gurría afirmou que a incerteza instalada pela pandemia é a maior em décadas. “A razão é que não sabemos o quanto demandará a recuperação dos empregos porque não sabemos quantas ficarão desempregadas ao fim disso tudo. Também não sabemos o que precisaremos para resgatar as milhares de pequenas e médias empresas que já estão sofrendo.“Governos ao redor do mundo têm tomado medidas sem precedentes para apoiar trabalhadores e empresários durante a pandemia, que mais infectou mais de 300 mil pessoas. O Reino Unido, por exemplo, anunciou que pagará parte dos salários dos trabalhadores impossibilitados de atuar em razão da doença. Gurría defendeu que os governos ignorem os preceitos dominantes sobre endividamento público e utilizem “tudo o que for possível” para lidar com a crise. Ele alertou, por outro lado, que esses déficits públicos e montanhas de endividados pesarão muito para os países nos próximos anos.

Portanto, percebe-se que o coronavírus continua a ser um sério problema a ser vencido pela sociedade brasileira. O Ministério da economia deve  criar novas medidas para a volta do trabalho e que deverão ser aplicadas pelos municípios por meio da segurança pública e a secretaria da saúde no intuito  de que a sociedade possa ter novamente seu salario digno. Pois como disse Margaret Thatcher:” Não pode haver liberdade sem liberdade econômica.”