Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 15/05/2020
Visto por muitos como um mal imensurável, os impactos das pandemias ao longo da história sempre custaram alto para a vida das pessoas, como ocorreu com a chamada “gripe espanhola” em 1918 com milhões de mortos em todo o planeta. Com tamanha importância, é de se esperar medidas, por juízos constitucionais, para resguardar a população nessa nova infecção viral. Nesse sentido, cabe analisar o prejuízo social relacionado a economia do novo coronavírus, bem como a falta de verba para o âmbito salutar.
Primeiramente, é imprescindível destacar que o desemprego é um mal que assola boa parte da população no momento atual. Isso ocorre porque a maioria dos empresas estão fechadas e as pessoas que lá trabalhavam não estão recebendo salário para sustentar a si próprio e sua família. Em situações como essa, a necessidade por produtos essenciais para a sobrevivência, como alimentos, podem aparecer e por causa disso problemas relacionados a depressão, suicídio são realidades. Um caso a se averiguar é a estimativa do banco Santander que o número de desempregados no Brasil pode subir 2,5 milhões no pico da crise.
É fundamental compreender, de forma gradual, a problemática econômica que envolve a saúde. Tal fato se dá pela falta de leitos e respiradores para quem está com o problema mais grave da doença. É evidente que, a maneira como a curva de contágio sobe, logo os hospitais superlotam, visto que, muitos países que não acreditaram na proporção dessa pandemia sofreu ou estão sofrendo com essa situação complicada. Além disso, com a falta do poder aquisitivo das pessoas, estas não estão podendo comprar remédios, máscaras, álcool em gel para se fortalecerem e se protegerem dessa terrível calamidade. Aspecto que se opõe ao artigo 1ª da Declaração Universal dos Direitos Humanos, pois prevê que todas as pessoas nascem com iguais direitos de vida e dignidade.
Logo, com o fito de modificar parâmetros negativos, é necessário que o Poder Executivo representado pelo Ministério da Economia encontrem as pessoas que foram desempregadas por meio de um cadastro que disponibilize as suas localizações para auxiliar, a curto prazo, de forma emergencial uma quantia para não passar necessidades e a longo prazo, abrir as empresas com parceria governamental, de maneira que respeite as OMS contra o coronavírus, para empregar essas pessoas. Adicionalmente, em parceria com outros países adquirir os equipamentos hospitalares necessários para que a população passe por essa pandemia do melhor jeito possível, a fim de que se tenha, de fato, os menores impactos sofridos.