Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 27/05/2020

A Grande Depressão, também conhecida como Crise de 1929, é considerada como o pior momento econômico do século XX. Na atualidade, o fantasma da crise econômica volta a dar a sua face mundialmente, agora com o novo coronavírus. Diante à situação vivida, a taxa de desempregos tende a aumentar, e consequentemente  o números de vendas irá diminuir fazendo com que haja um grande atraso econômico  em quase todo o mundo.

O principal local afetado pela COVID-19 foi a China onde se deu início ao alastramento do vírus , país considerado um termômetro para a economia mundial e brasileira. Uma pátria que não vive uma democracia, não tem imprensa livre, internet livre e muito menos liberdade de expressão. Portanto, características como estas fizeram com que as primeiras atitudes do governo chinês, que foram extremamente erradas, não fossem divulgadas, criticadas e tampouco combatidas. E por ser a China um grande comprador mundial, as críticas que ela está recebendo atualmente, pelo combate inicial errado do coronavírus ao omitir o problema existente, ainda são bastante aprazíveis, pelo fato de que a maioria das nações preferem acobertar erros por ela cometidos do que perder um cliente em potência.

Com isso,  vem aumentando cada vez mais a extensão de regiões afetadas, fazendo com que uma quarentena precise ser adotada para conter a propagação  do surto da doença. Por consequência,  as vendas nos comércios diminuem e diversas fabricas também chegam a fechar devido a pandemia, além de muitas empresas falirem por falta de investimentos, prejudicando tanto setor industrial quanto do setor agrícola e etc. Contudo, o nível de desemprego no país continuará alto, ou seja, menos renda e consumo das famílias, e acordo com o IBGE o número de desempregados chegou à 12,9 milhões de pessoas no Brasil no primeiro trimestre deste ano, entretanto,  esse número ainda tende a crescer por conta da crise da Covid-19. Isso prejudicando toda a população.

Assim, é preciso que o Procon intervenha orientando a sociedade sobre a importância da economia financeira; bem como a necessidade de acompanhar os gastos públicos por meio de uma consciência política construída por meio das escolas. E o Governo deve criar junto com empresas projetos beneficentes à sociedade para que os negócios não cheguem a falir e posteriormente possam disponibilizar trabalhos, vale ressaltar também que é importante a continuação do auxilio emergencial para que pessoas de baixa renda possa ter como comprar alimentos nessa crise.

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