Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 15/05/2020

A peste negra, epidemia que assolou a Europa e a Ásia durante a Idade Média, gerou como uma de suas diversas consequências a erradicação da economia global. De maneira análoga ao cenário hodierno em meio a pandemia do coronavírus, os países possuem ínfimas taxas de crescimento econômico. Logo, isso ocorre principalmente por conta das altas taxas de desemprego e faz com que as empresas recorram às mídias sociais como agentes determinantes para a manutenção dos seus negócios.

Em primeira análise, é importante mencionar o desemprego como consequência crucial para a população brasileira. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por volta de 1,2 milhão de indivíduos entraram na fila do desemprego só nos últimos três meses. Além do mais, é lícito firmar que o isolamento social, consequente da pandemia, também fomentou a queda de comércios autônomos, os quais tiveram de ser cerrados por ordem do Estado. Com isso, urge que o governo adquira medidas para amparar essa parcela da sociedade.

Em segunda análise, vale citar o rumo das empresas frente ao panorama supracitado. Percebe-se, por conta da consequente crise mundial atual, uma diminuição do consumismo exacerbado da sociedade, fato o qual acaba por afetar o lucro econômico das empresas de qualquer porte. Sob esse prisma, nota-se uma preferência pelo “e-commerce e streaming” por parte dos consumidores, o qual consiste em relações de compra e venda virtuais. No entanto, essa realidade não abrange todos os comércios, sendo os pequenos negócios os mais desfavorecidos por conta dos recursos precários.

Diante do argumentado, urge que o Ministério da Economia promova suporte às empresas, principalmente as de médio e pequeno porte. Por intermédio de verbas estatais, a fim de garantir o apoio necessário para esses estabelecimentos. Com isso, a égide essencial aos comércios será assegurada e os efeitos econômicos atuais, aplacados.