Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 16/05/2020
A saúde mundial mais uma vez é comprometida com a chegada de um novo vírus, igual como aconteceu em 1914 com a gripe espanhola. O novo Coronavírus é uma ameaça tanto para o bem-estar social quanto para a economia, que vem vivenciando desafios para se manter estável, com a redução da atividade econômica e o aumento do índice de desemprego. É mister atenuar tal problemática a fim de encontrar uma solução plausível.
A priori, a atividade econômica se encontra num estado de desaceleração, com a paralisação em virtude da crise sanitária, existe uma dificuldade de trabalhadores e empresas de produzirem, assim como uma diminuição do consumo gerada pelas restrições de mobilidade impostas pelas autoridades sanitárias. Em questão internacional, existe uma redução na demanda das commodities, colocando o Brasil em uma posição desfavorável, visto que o país é um dos grandes ofertantes de bens primários no mercado mundial.
A posteriori, a elevação do número de desempregados é um dos impactos acarretados pelo Covid-19. Sendo um problema já existente no Brasil, entre fevereiro e março desse ano, o desemprego avançou de 11,6% para 12,2%, conforme a Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios (Pnad). É importante notar que grande parte dos trabalhadores são informais, portanto com o confinamento e a redução de pessoas nas ruas, eles não têm como trabalhar nem são protegidos pelas leis trabalhistas. Por conseguinte, esse vírus está prejudicando a economia do país.
Em virtude do argumentado, é de costume pensar que é apenas do Estado o dever de minimizar a crise econômica, com apoio financeiro aos necessitados como trabalhadores informais ou que não tenham corporações, assim como a questão da higiene, e a criação de centros de tratamento, mas também a população pode se mobilizar e ajudar como puder, com doação de alimentos ou dinheiro, visando minimizar esses problemas recorrentes no tempo de pandemia.