Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 16/05/2020
A crise econômica de 1929 foi consequência do declínio no sistema de superprodução capitalista americano. Tal crise gerou reflexos negativos - sociais e econômicos - por todo o mundo. No hodierno cenário brasileiro, o coronavírus e a emergência na saúde, serão a causa do novo desequilíbrio socioeconômico,visto que o avanço do vírus leva ao colapso diversos setores essenciais ao povo. Nessa perspectiva, urge a necessidade de analisar o impacto da nova doença na sociedade.
É importante destacar, em primeiro plano, as consequências econômicas geradas pela pandemia do vírus. Em contraste à problemática supracitada, o declínio socioeconômico será resultado da queda da produção industrial tecnológica, uma vez que a China, maior importador de bens, enfrenta o pico de casos do vírus. Desse modo, ao passo que a doença se expande, o país aumenta o isolamento social, suspendendo, assim, serviços de fabricação e fornecimento. Sendo assim, a importação de bens para a produção de eletrônicos e afins fica ameaçada, obrigando grandes empresas a pararem suas esteiras e fecharem as portas, acarretando na demissão em massa dos funcionários, como ocorreu na Grande Depressão de 1929, com a falência de indústrias e empresários.
Por conta disso, as bolsas de valores estão constantemente no radar de vários veículos, uma vez que são afetadas pelas repercussões e enfrentam oscilações ainda maiores do que o comum para o mercado de renda variável. O Fundo Monetário Internacional (FMI), por exemplo, já afirmou que a pandemia do Covid-19 já está levando a economia mundial a uma nova recessão. Consequentemente, os impactos causados pelo vírus já tem um choque maior do que a crise financeira de 2008, para muitos economistas.
Nessas perspectivas, insta uma ação da Organização das Nações Unidas (ONU), esse agente deve destinar recursos aos países que estão sendo mais afetados, economicamente, pela crise sanitária do coronavírus. Por meio da definição de diretrizes internacionais de auxílio emergencial, que contarão com reuniões em cúpulas online de líderes de diversas nações. Assim sera possível atravessar essa complexa crise de saúde sem modificar drasticamente o cenário econômico.