Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 16/05/2020
No século XX, com o desenvolvimento da Terceira Revolução Industrial, muitas modificações espaciais foram introduzidas nas fábricas, o que resultou num amplo processo de desconcentração fabril nos países mais ricos. Diante disso, é possível afirmar que a integração econômica mundial passou a ser muito maior nos séculos XX e XXI, fato que gera imensos problemas, principalmente em tempos de recessão global, como a que se verifica hoje . Paralelamente a isso, é nítido que as nações mais pobres são as que mais são prejudicadas numa crise mundial, posto que os esforços de revilização econômica sempre se concentram, na maioria dos casos, nos países mais desenvolvidos.
Nesse sentido, vale a realização de uma análise acerca dos elementos que integram a questão da estagnação econômica em tempos de guerra sanitária. O mundo sempre se deparou com diversas pandemias, no entanto, nos dias atuais, com a intensificação das relações mercantis entre os países, os efeitos de uma pandemia são muito maiores. Como prova disso, segundo o Fundo Monetário Internacional o Produto Interno Bruto do mundo sofrerá uma retração de cerca de três por cento neste ano. Este dado é um prognóstico das dificuldades que serão enfrentadas pelos governantes no mundo, pois num cenário tão calamitoso economicamente, as populações, especialmente as mais jovens, sofrerão muito, dado que o número de vagas de empregos serão diminuidas.
Sobreditas algumas das importantes partes sobre a temática destacada, vale, ainda, mencionar a majoração das dificuldades que os países emergentes e em desenvolvimento irão enfrentar, devido a crise pelo Coronavírus. No mundo contemporâneo, é sabido que as nações desenvolvidas são as principais fornecedoras de tecnologias e mão de obra qualificada para os os países mais pobres. Contudo, com a atual crise mundial, os países, como EUA, Japão e França não irão mais priorizar a exportação de suas forças produtivas e criativas para as demais nações, de uma vez que precisarão usá-las para se reerguer, gerando, por conseguinte, uma maior devastação econômica e social nas nações menos privilegiadas.
Assim sendo, é visível que muitos são os problemas que circundam a questão das relações internacionais no atual mundo em recessão. Logo, faz-se necessário que os governantes tomem as melhores decisões para auxiliar suas populações. Portanto, a Organização das Nações Unidas, juntamente com seus órgãos de crédito, como o Banco Mundial e o FMI, pode ceder empréstimos com baixos juros para as nações mais debilitadas pela crise, no fito de diminuir os impactos na empregabilidade dos mais jovens. Ademais, os Governos devem realizar efetivos planos de reconstrução e assistência para os países pobres, ajudando-lhes nos mais variados campos sociais.