Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 19/05/2020

O Coronavírus é uma doença viral de alto risco de contágio e que pode causar mortes, principalmente, à pessoas do grupo de risco, como asmáticos e obesos. Por isso, com o intuito de não superlotar hospitais com essa enfermidade, os países se adequaram à quarentena. Entretanto, o isolamento social leva o mundo à crises econômicas pela falta de circulação de dinheiro que, consequentemente, causam o desemprego.

Em primeiro lugar, nota-se a crise relacionada à falta de circulação de renda, decorrente do isolamento. Por exemplo, quando as pessoas deixam de passear, deixam também de frequentar restaurantes e, principalmente, deixam de se hospedar; diante disso, esses setores estagnam e até mesmo, vão à falência. Sendo assim, a renda fica concentrada com as pessoas e são usadas somente para a sua subsistência, como alimentos e produtos de limpeza.

Em segundo lugar, segundo a estimativa do Governo Federal, foram 150 mil pedidos do seguro-desemprego a mais do que o ano anterior à pandemia. Isso ocorre devido a pouca demanda que as empresas recebem nessa situação; assim sendo, nota-se a necessidade de demitir trabalhadores em busca de uma menor despesa para a empresa. Além disso, há casos em que o empregado não se adéqua ao “home office” -trabalhar dentro de casa-, tornando-se ineficiente para a empresa e, por conta disso, é demitido.

Portanto, no quadro de crise econômica gerada por pandemias que necessitam do isolamento social, é dever do Governo Federal, responsável pelos interesses da administração em todo território nacional, amenizar a instabilidade por meio de políticas que ajudem as empresas a se manterem e manterem seus empregados, como um auxílio emergencial e empréstimos. Ademais, as empresas devem se adaptar à novas formas de venda, principalmente por meio da tecnologia, onde pedidos possam ser feitos totalmente online e que tenham procedimentos operacionais de entrega com delivery e correio.