Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 15/06/2020
A Gripe Espanhola, em 1918, vitimou milhões de pessoas e afetou a economia em escala mundial. Embora haja diferença entre os cenários políticos e sociais daquele século e do atual, o mundo, hodiernamente, vivência outra crise financeira em virtude da pandemia do coronavírus. Nesse contexto, pode-se dizer, então, que o desemprego e o prejuízo financeiro das grandes empresas são as principais consequências dessa problemática.
Inicialmente, ressalta-se que a interrupção de diversas atividades tem relação com o desemprego. Durante a pandemia, grande empresas e microempreendedores tiveram que cessar suas produções, tendo em vista as implementações das medidas de isolamento social por parte do governo (o objetivo era reduzir a transmissão do vírus). Com isso, muitas dessas empresas rescindiram os contratos de trabalho, causando, assim, demissão em massa. Esse cenário de desemprego generalizado prejudica a economia, pois a população perde o poder de compra.
Em adição, há o prejuízo monetário de empresas que movimentavam o sistema econômico do país. Dentre elas, citam-se, por exemplo, as de companhia aérea, turismo e hotelaria. Em razão da pandemia, várias fronteiras foram bloqueadas e territórios ficaram inacessíveis, o que interrompeu drasticamente a atividade dessas. Sem a circulação dos seus recursos financeiros, as empresas sofreram prejuízo, afetando as ações de Bolsa de Valores em todo o mundo.
Diante do exposto, conclui-se que medidas são necessárias para mitigar os impactos da pandemia na economia. Para tanto, o governo deve fornecer subsídio financeiro para que as empresas e os microempreendedores continuem suas atividades, adaptando-se ao cenário do isolamento(evitando assim futuras falências) e reempregando os trabalhadores em teletrabalho. Além disso, deve conceder estímulos fiscais às grandes empresas, que tiveram prejuízo, para elas recuperem suas produções e voltem a movimentar a economia positivamente.