Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 23/05/2020
Falha no sistema
A pandemia do covid-19 traz diversas consequências para o futuro do mundo. A realidade dessa época de instabilidade afeta, principalmente, a economia através do desencadeamento de uma recessão. Analogamente, causa o aumento do desemprego e da falência de empresas e a redução da produção industrial, do consumo e da arrecadação do PIB (Produto Interno Bruto). Com isso, o mundo se aflige com a crise, podendo dar destaque às microempresas e aos microempreendedores.
A priori, a economia funciona como uma engrenagem, na qual uma ação é capaz de causar um efeito-dominó em todo o sistema e desistabilizá-lo. Sendo assim, muitas pessoas tiveram que reavaliar suas necessidades e cortar gastos desnecessários nesse momento conflitante. Conforme o consumo diminui, a receita das empresas declinam e elas são obrigadas a demitir pessoas para arcar com as suas despesas, portanto, o mercado consumidor diminui mais ainda. Uma evidência desse aumento pode ser visto no número de pessoas que solicitaram o seguro-desemprego em abril, que aumentou 39% em relação ao número de março de 2020, segundo o Ministério da Economia.
Consequentemente, a produção industrial entra em decadência, apontada com a porcentagem de 9,1% em março pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Como resultado do colapso, o Bank of America (BofA) prevê uma queda de 7,7% do PIB brasileiro, conferindo a maior recessão ja presenciada no Brasil. Ademais, o decreto que prioriza o distanciamento social é um dos principais motivos da diminuição drástica das vendas dos micronegócios, visto que, houve redução do movimento nos centros urbanos.Desse modo, é possivel avaliar as principais alterações no setor financeiro,
Em suma, as dificuldades na economia são substanciais e necessitam de medidas para sua minimização. Entretanto, o assunto discutido é de carater universal, logo, deve-se seguir orientações de órgãos governamentais e agências como a Organização Mundial de Saúde (OMS). Já existe ações para o auxílio dos negócios de pequeno e médio porte, como a linha de crédito emergencial de R$ 40 bilhões do Banco Central, a qual tem o objetivo de beneficiar 1,4 milhão de empresas e 12,2 milhões de trabalhadores. Dessa forma, o Ministério da Economia pode investir na fiscalização do direcionamento dessa assistência até o destino proposto e do cumprimento dos critérios para o requisito dessa ajuda, por conseguinte, melhorando a área de intervenção e obtendo um resultado superior ao esperado.