Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 19/05/2020
Desde a crise de superprodução em 1929, o sistema econômico adotado pela maioria das nações é o neoliberalismo. Consoante, hoje, com a recessão causada pelo Sars-CoV-2 (Coronavírus), a pandemia obriga a interferência do estado, prezando a saúde do cidadão. Contudo, apesar de ser dever estatal trabalhar em prol do brasileiro, observa-se os impactos econômicos gerados pela interferência, que irão, por conseguinte, afetar a vida do povo. Dessa forma, é evidente que a pandemia não atinge a população apenas no âmbito da saúde, mas, também, afetando a economia e, consequentemente, toda estrutura econômica humana.
Primeiramente, nota-se os impactos causados pelo Coronavírus na perspectiva física e da saúde. Tais inseguranças ocorrem uma vez que, o Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro, encontra-se sobrecarregado em todas as suas áreas, seja por meio de hospitais lotados ou ações sanitárias inefetivas. Com isso, os impactos tendem a se alastrar, visto que os locais e formas de atendimento básico estão cheios e não podem realizar o serviço necessário para a curva epidêmica.
Paralelamente, evidencia-se os impactos causados pela pandemia na economia, tendo em vista que, com a intervenção do estado houve o fechamento da maioria das empresas de serviços, acarretando a crise econômica devido a recessão e queda da renda familiar, gerando, então, o aumento das falências, queda do Produto Interno Bruto (PIB) e do comércio internacional. Outrossim, a Organização Mundial do Comércio (OMC) acredita que os impactos da pandemia tendem a ser maiores do que o de qualquer crise do século XX.
Portanto, é notório a complexidade de contenção do vírus não apenas no quesito da saúde, mas também econômico. Destarte, é necessário que a OMC a estipulação do crescimento por meio de estratégias econômicas capazes de conter a crise, para que haja planejamento para tratar a recessão a fim de que, após a crise, os danos colaterais na economia sejam os mais suaves possíveis.