Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 19/05/2020
No ano de 2008, houve uma crise econômica mundial que começou em razão da especulação imobiliária nos Estados Unidos. Em relação a isso, a crise atual em que vive-se é em razão ao novo vírus , chamado de coronavírus, que, por sua vez, afetou mundialmente todos os continentes mundiais. Diante disso, a economia de muitos países têm despencado de uma forma nunca vista antes - desde a crise de 1929 ou a crise de 2008 - e que continua a cair devido à diminuição da circulação de pessoas nos países e, também, o fechamento de setores comerciais.
Segundo o pensador Thomas Hobbes, é dever do Estado manter o bem estar de toda a população. Nesse caso, os Estados criaram medidas para manter a população segura e fugindo de mais contaminações, evitando fechar os setores ocasionando a perda financeira desses negócios. Entretanto, a população brasileira não respeita as medidas necessárias para evitar a crise financeira do país. Muitas pessoas não respeitam o isolamento social proposto pelo governo, fazendo, assim, fechar todos os setores econômicos e, consequentemente, a perda de capital de seu próprio Estado.
Outrossim, a pandemia provocada pelo novo coronavírus faz com quê muitos setores comerciais se fechem, pois não há um giro de capital necessário para manter-se em funcionamento. Nesse sentido, devido à queda exponencial no preço das matérias-primas no exterior, o setor de açúcar e etanol deve ser prejudicada, especificamente o etanol, pois é ligado diretamente ao petróleo. Recentemente a OPEP (Organização dos Países Exportadores do Petróleo) vem a apresentando dificuldades em realizar um acordo com a Rússia, pois como o Brasil tem troca de commodities com a China e, com o avanço da pandemia do novo coronavírus, ela tem diminuído a demanda exportada ao Brasil, sendo assim, bem provável que haja uma queda no setor do etanol e açúcar.
Infere-se, portanto, que a economia de muitos países continua a cair devido à diminuição da circulação de pessoas nos países e, também, o fechamento de setores comerciais. Entretanto, cabe ao Estado, como máxima instância de poder Executivo e Legislativo, implantar projetos para conscientizar a população, a fim de diminuir a proliferação do novo vírus, ocasionando, assim, o não fechamento de setores essenciais e não essenciais, para que não haja uma crise financeira no país e, com isso, não seja necessário um uso de medidas brutais para firmar os projetos implantados pelo Estado.