Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 19/05/2020
A pandemia ocasionada pelo sars-cov-2, também conhecido como coronavírus, teve seu início na cidade de Wuhan, na China, e logo se espalhou para todos os países, o que ocasionou milhares de mortos e infectados. Enquanto alguns governos reagiram rapidamente, outros demoraram a tomar qualquer medida para evitar a contaminação generalizada, como foi o caso da Espanha, Itália e Estados Unidos. No Brasil, a falta de uma liderança política por parte do Presidente da República, bem como o seu discurso negacionista, exemplificado na máxima “não é uma gripezinha”, teve como consequência um alto índice de mortalidade e contaminação por todo o país.
Como consequência da grave crise sanitária, as bolsas de valores ao redor mundo tiveram perdas bilionárias, somente vistas durante a crise econômica de 1929. Além disto, houve uma disparada no dólar, que ultrapassou a marca dos cinco reais. Enquanto o mundo contabiliza dezenas de milhares de mortos, em decorrência de um vírus com alto poder de contágio e virulência, o Presidente do Brasil continua sua caça aos seus “inimigos imaginários” e promovendo a cura duvidosa por meio de um remédio em que não há comprovação científica de sua real eficácia, a cloroquina. Enquanto o governo brasileiro causa enorme instabilidade econômica, em decorrência de suas políticas públicas contraditórias e pouco eficazes, os governadores dos estados da Federação tomaram as rédeas e passaram a adotar as orientações da Organização Mundial da Saúde, estabelecendo quarentena e, atualmente, “lockdown”, ou seja, o isolamento absoluto, no sentido de frear a propagação do vírus.
Por fim, o primeiro passo para contornar a grave crise sanitária é o de estabelecer o diálogo pacífico entre a presidência da República e os governadores, enquanto que o segundo passo seria organizar uma estratégia em comum com os governadores para evitar a ocorrência de mais mortes pelo coronavírus. Por último seria fazer o que todos os países estão fazendo que é seguir as orientações da OMS.