Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 20/05/2020
A sociedade atual passa por um dos momentos mais dramáticos dos últimos anos, para não dizer, últimas décadas. A presente pandemia de coronavírus, a qual já causa mais de dezenas de mil mortos em todo o país. Ainda assim, há quem acredita que os impactos econômicos das medidas preventivas adotadas pela maioria dos países afetados, em conformidades com orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), justificariam o relaxamento imediato dessas medidas.
É necessário conhecer que estas pessoas não estão de todo erradas, as principais medidas de prevenção, são o distanciamento social e a quarentena. Desde Adam Smith e Dervid Ricardo, sabe-se que a origem de toda a riqueza é o trabalho. Se todas pessoas estão afastadas do trabalho, não há renda e não há consumo a movimentar a economia com amplo desemprego e empobrecimento da população em geral.
Entretanto, a superlotação das unidades de tratamento intensivo, devido a esta pandemia, já é de fato nas maiores cidades do mundo: Nova Yorque, São paulo. Sem UTIS disponíveis, dezenas de milhares de pessoas a mais morrerão pelo simples fato de impossibilidade de tratamento e as únicas medidas comprovadamente eficazes para evitar que isso aconteça, são o distanciamento social e a quarentena. Ora, ninguém em sã conciência, ousaria sacrificar as vidas de seus entes queridos para evitar alguns anos de recessão.
É, evidente, portanto, que a vida é insubstituível e muito mais valiosa do que qualquer bem ou serviço que possa ser provido pelo mercado. Assim, é fundamental que todos façam sua parte no combate ao coronavírus, o Estado por um lado, deve atuar na conscientização da população e no desenvolvimento de politicas de desenvolvimento social para amenizar a crise econômica e a sociedade por outro, deve manter o distanciamento social e a quarentena afim de não sobre carregar os sistema de saúde, que em muitas das vezes, não é lá essas coisas todas, porém é o que há de melhor no momento.