Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 21/05/2020
O século XIV, na Europa Medieval, foi um período marcado por uma intensa crise econômica, que tinha como principal fator a pandemia da temida peste bubônica, ocasionando na morte de pelo menos 20 milhões de pessoas. Atualmente, os países do globo enfrentam uma problemática semelhante: a pandemia do novo coronavírus, que assim como a peste bubônica foi e vem se tornando responsável por milhares de mortes, além de provocar uma acentuada crise econômica.
Devido ao seu fácil e rápido risco de contaminação, os países adotaram medidas com intuito de promover e intensificar o isolamento social: a famosa quarentena. A medida em que aumenta o número de pessoas em suas casas, diminui a ocorrência de aglomerações, dificultando, desta forma, a possibilidade de contaminação, logo, é possível garantir que a assistência e os recursos de saúde sejam suficientes e eficazes para aqueles que foram contaminados.
Apesar de ser eficaz quanto ao controle da propagação, o isolamento social acaba levando a uma retaliação econômica, uma vez que, as atividades que movimentam o setor da economia (indústria, comércio, atividade agropecuária e outros setores de serviço), são interrompidas. Índices como a pobreza e o desemprego disparam, ao mesmo tempo em que o PIB e o crescimento do país despenca.
Com intuito de transfigurar este cenário desafiador, e portanto conter a retração econômica, é necessário que o órgão responsável pela economia de cada país, no caso do Brasil, o Ministério da Economia, auxilie financeiramente a parcela da população economicamente mais vulnerável e as microempresas do país, através da criação de créditos, a fim de atenuar a pobreza, conter o desemprego e a quebra dessas empresas. Além disso, é válido que a OMC, como órgão gestor da organização do comercial mundial, a fim de conter o recuo das atividades econômicas entre os países, incentive parcerias entre firmas geograficamente mais próximas, por meio de acordos e subsídios financeiros, garantindo o protecionismo econômico de cada país. Sendo assim, será possível conter este período desafiador de crise, promovendo mecanismos necessários para que cada país caminhe em direção ao seu progresso.