Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 21/05/2020
Sabe-se que, na atualidade, o Brasil tem enfrentado diversos problemas relacionados aos impactos do Coronavírus na economia, pois o país é dependente da exportações de “commodities” para a China e, além disso, grande parte das indústrias brasileiras necessitam de insumos oriundos desse país. Desse modo o mundo enfrenta uma nova pandemia que, embora possua taxa de mortalidade bem um pouco avançada, tem níveis de infecção extremamente elevados: a COVID-19, causada pelo novo coronavírus. Esse vírus foi detectada pela primeira vez na China, espalhou-se pelo mundo e assola, atualmente, o Brasil, onde a irresponsabilidade da população e a negligência do governo ameaçam a saúde coletiva.
Em primeira análise, é importante ressaltar que a população não tem tomado medidas adequadas á respeito da pandemia . Tais práticas incluem a higienizar constantemente as mãos, proteger o rosto quando se espirra e, principalmente, evitar aglomerações de pessoas, com o objetivo de reduzir a velocidade de infeção do vírus. Dentro dessa perspectiva, é possível afirmar que os brasileiros não agem com cuidado. Pois mesmo depois de tantas mortes o ser humano ainda não percebe que o mais importante hoje é ficam em casa e não sai para lugar nenhum.
Além disso, o governo também tem sido extremamente irresponsável no enfrentamento dessa ameaça. Embora diversos médicos e cientistas tenham sido claros nas orientações para reduzir atividades coletivas, o próprio presidente do país minimizou os riscos da crise e chegou, até mesmo, a incentivar e participar de uma manifestação – mesmo estando sob suspeita de estar com COVID-19. Assim, cria-se uma situação em que há fragilidade institucional e afrouxamento das normas, descrita pelo sociólogo Émile Durkheim como anomia, ou seja, falta de regulamentação social que se aproxima perigosamente do caos.
Portanto, medidas urgentes devem ser tomadas para que tanto a população, quanto o poder público assumam suas responsabilidades diante da crise sanitária que o Brasil enfrenta. Para isso, a mídia, principal difusor de informações no país, deve cumprir seu papel educativo e orientar as pessoas com relação à prevenção da doença, especialmente com relação a evitar aglomerações, por meio de entrevistas com profissionais da saúde e reportagens, a fim de minimizar a expansão da pandemia. Ademais, todas as esferas governamentais devem cumprir seu papel institucional, tomando medidas de contenção de eventos e ampliando o atendimento em saúde, pois o número de casos já exige aumento dos leitos disponíveis, com o objetivo de proteger a população.