Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 22/05/2020

Atualmente, um assunto muito recorrente são os impactos da pandemia na economia, devido a grande crise que está acarretando. A economia vem sofrendo cada vez mais com, a queda na atividade econômica, aumento do desemprego, a diminuição do PIB de diversos países, e entre muitos outros problemas.

Enquanto em uma perspectiva mais geral, observa-se que o PIB de diversos países diminuiu como o caso do Brasil, que  diminuiu 7,7% em 2020, segundo dados do “Bank of America” (BofA) e dos EUA que caiu 4,8% segundo dados do Escritório de Estatísticas Econômicas do País (BEA), ligado ao Departamento do Comércio, em uma perspectiva menor, houve uma queda na atividade econômica entre 13% e 32% em 2020, segundo a Organização Mundial do Comércio (OMC). Além do encolhimento das atividades do setor industrial, no Brasil, diminui cerca de 9,1%, aponta o IBGE em sua Pesquisa Industrial Mensal- Produção Industrial Regional.

Além desses fatos, houve também um aumento no seguro-desemprego em diversos  países, que seria  uma assistência temporária, garantida constitucionalmente ao trabalhador desempregado sem justa causa (regido no artigo sétimo dos Direitos Sociais a Constituição Federal). No Brasil, por exemplo, esses desempregos aumentaram cerca de  39%, de acordo com Ministério da Economia. E o Banco Asiático do Desempenho afirma que o custo global, devido a todos esses problemas da pandemia pode chegar a 8,8 milhões de dólares.

Portanto, é observado que em meio à esse caos na economia, comparável à crise de 1929 pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), um cenário de recuperação parece impossível, entretanto, seja apenas complicado. Embora para superar tal situação, é necessário uma adaptação na economia, com a exemplo, uso de meios de comunicação à distância (videoconferência) para estabelecer relação de negócios entre empresas. Restaurantes e supermercados, por exemplo, realizarem a venda de seus alimentos por meio de serviços de entregas, com os devidos cuidados higiênicos tanto por parte dos locais como das próprias pessoas que compram, podendo ser feitos por esses estabelecimentos ou por empresas que realizam esses serviços, como o  “Ifood”, “Uber Eats”, e entre outras.