Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 22/05/2020
Ao longo do tempo, o mundo foi surpreendido com pandemias como a Gripe Suína em 2009 e a Gripe Espanhola em 1918 que impactaram a economia global. Hoje, as nações lidam com um inimigo muito maior: o Coronavírus, que além de matar muito mais pessoas do que as pandemias supracitadas, traz mais impactos negativos no mercado mundial. O vírus vem paralisando a economia, alterando as bolsas de valores e trazendo o risco de recessão. Assim, é necessário medidas efetivas das nações afetadas e a colaboração através de organizações influentes na economia.
Por ser altamente contagioso, o Coronavírus fez com que a maioria dos países tomasse medidas de isolamento social e paralisação das atividades econômicas. Assim, a economia se encontra em um choque de oferta, onde a produção diminui e consequentemente o consumo também. Trabalhadores autônomos não têm como vender e garantir a sua renda, empresários não tem como lidar com os gastos dos funcionários, demitindo-os, causando um efeito bola de neve que chega até os grandes mercados. Segundo o Fundo Monetário Internacional, 80% dos países vão apresentar recuo na economia, destarte é imprescindível soluções por parte dos governos para lidar com a recessão.
O impacto começa nos pequenos negócios. Com poucas pessoas saindo de casa, o consumo cai e assim muitas empresas perdem receita, fechando ou demitindo funcionários. Destarte, o índice de desemprego aumenta em diversos países como nos Estados Unidos, chegando a maior taxa de 14,7% segundo o Departamento de Trabalho dos EUA, e Brasil, com 12,85 milhões de desempregados no primeiro trimestre de 2020, segundo o IBGE. Com diversos setores da economia afetados, Bolsas de Valores enfraquecem pelo mundo sendo necessário atitudes emergenciais de curto e longo prazo.
Mediante os fatos expostos, é de suma importância as nações focarem nos gastos com equipamentos hospitalares, diagnósticos, exames e no tratamento de pessoas infectadas. A priori, quanto mais cedo a pandemia for controlada, mais cedo a economia se abrirá e o impacto financeiro se atenua. Os governos devem evitar interrupções nas cadeias de atividades essenciais e transferir recursos para os trabalhadores através de programas de auxílio de cada país. Em tempos, os Bancos Mundiais devem fornecer empréstimos a prazo expandido para as nações que solicitarem e com esses, os países devem investir em obras públicas que gerem empregos, realizando um ajuste fiscal e reestruturando a sua economia.