Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 23/05/2020
A pandemia do coronavírus tem gerado uma série de desafios, como o impacto a economia. De acordo com a entrevista dada ao jornal pelo economista Roberto Padovani, a crise da doença reproduz na prática uma recessão. Isso ocorre por conta da queda da demanda, em que muitas empresas ficam sem caixa e necessitam cortar gastos, motivos pelos quais o número de desempregados aumenta drasticamente e o PIB decresce. Em virtude do mencionado é necessário que medidas de emergência sejam tomadas para minimizar os danos econômicos provocados pelo novo coronavírus. Como um meio de tentar diminuir a proliferação do COVID-19, grande parte da população foi submetida ao isolamento social. Em primeira análise, mesmo que essa decisão restrinja a movimentação de pessoas para que suas saúdes sejam preservadas, também faz com que um número elevado de indivíduos sejam prejudicados, por as empresas em que são empregados não terem recursos para os custearem, pela falta de faturamento. Motivo pelo qual tem causado um estrondoso aumento no número de desempregados, redução dos salários, e a queda e paralisação da produção. A China, local em que a doença foi identificada pela primeira vez, teve o seu Produto Interno Bruto reduzido em 6,8% , por conta do fechamento de fábricas importantes, comércios e o isolamento de regiões inteiras. Tratando-se sobre os Estados Unidos, este teve seu PIB recuado em 4,8% no primeiro trimestre. Além da Europa, que se tornou epicentro da pandemia e foi um dos países mais prejudicados. Visto que o mundo seja um lugar globalizado, percebe-se que ocorre um efeito cascata,a doença, isso resulta em um retrocesso da economia mundial. Frente aos fatores supracitados, é evidente que medidas devem ser tomadas para reduzirem os problemas socioeconômicos decorrentes da pandemia do novo coronavírus. Citam-se, por exemplo: o comércio virtual por compra online e a intervenção dos governos para amenizar o possível retrocesso esperado, através de incentivos fiscais e a abertura gradual do comércio essencial. Ademais, a saúde é fundamental, porque enquanto não possuir controle da doença, qualquer tentativa econômica vai ser ruim, porque o medo vai impedir que a economia seja tratada como prioridade.