Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 25/05/2020

Em 1929, a Bolsa de Valores de Nova York sofreu um “crash” afetando a economia global. Similarmente, em 2020, o mundo vivencia uma crise financeira, contudo, por um motivo diferente: o Covid-19, mais conhecido como o novo coronavírus. Tal questão é muito preocupante, pois representa instabilidade na atividade econômica do Brasil podendo implicar em uma recessão da economia e, consequentemente, a contração do Produto Interno Bruto (PIB) de pelo menos 5%. Perante esse quadro, a adoção de políticas e medidas anticíclicas pelo Governo se mostra indispensável.

Sobretudo, alguns aspectos devem ser levados em conta, principalmente o déficit na balança comercial. Isto é, se um país apresenta um percentual de importação maior que o de exportação significa que ele tem um excesso de passivo em relação ao ativo, ou seja, um déficit. E tudo isso se dá em função da diminuição na receita de empresas exportadoras e importadoras.

Vale também ressaltar que, o PIB do Brasil não é beneficiado, especialmente que bem antes da situação recente a economia do país vinha apresentando um quadro contínuo de estagnação. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), entre 2017-2019, o PIB per capita não cresceu mais de 0,3% ao ano, isso depois da queda de 6% acumulada em 2015-2016. Resumindo, o coronavírus prejudica bastante a atividade econômica do Brasil que já sofria com baixos índices de progresso.

Nesse sentido, visando a diminuição dos impactos - ocasionados pelo Covid-19 - à economia do Brasil, o Governo deve trabalhar, por meio da implementação de medidas provisórias, em prol da manutenção do comércio. Além disso, para haver um menor índice de contaminação por coronavírus, os cidadãos têm o dever de seguir as normas e diretrizes de prevenção instituídas pelo Ministério da Saúde, principalmente os trabalhadores. Dessa forma, com cada um se protegendo e o comércio funcionando, a pandemia não afetará na economia e na sáude.