Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 31/05/2020

Torna-se mais evidente no contexto brasileiro, uma busca por melhorias referentes aos impactos causados na economia pela crise do novo coronavírus. Dessa maneira, o mesmo tem provocado abalos nos mercados globais e paralisando atividades econômicas no mundo todo. Nesse contexto, é notório que é provocado impactos, nas quais destacam-se a queda de produção em pequenas e grandes empresas e a importação de produtos.

Em primeira instância, cabe analisar o declínio no que diz respeito a produção nas empresas, trazendo uma queda de vendas e consequentemente o desemprego, segundo Salim Mattar secretário do Ministério da Economia afirmou que a taxa de pessoas desempregadas estava elevada e com isso pode aumentar entre 50% a 100%. Diante disso,é evidente que os números está alto, e, pode-se tornar um problema não só de  economia e saúde pública, mas também social. Além disso, devido as medidas tomadas pelo Estado, para a população se submeter ao isolamento evitando assim a propagação do vírus, os mesmos pode passar por problemas financeiros.

Outrossim, vale destacar que a importação de produtos para o Brasil está tornando-se caro, pois o país depende principalmente da tecnologia estrangeira. Dessa forma, com o dólar alto o custo torna-se maior para a exportação, na qual os produtos importados tende a ficar mais caros. Ademais, mesmo que não seja equipamentos eletrônicos, existe produtos no Brasil negociados com o valor do dólar como por exemplo o combustível, ou seja, se a moeda americana cresce,o valor da gasolina e dísel aumenta fazendo o frete fica ainda mais caro e consequentemente a gasolina vendida nos postos de combustíveis também fica com o preço elevado.

Portanto, medidas são necessárias para resolver esse impasse. É imprescindível que o Estado crie politicas públicas em que haja a participação da sociedade e ONGs para realizar campanhas com o intuito de ajudar aquelas que são mais vulneráveis, na distribuição de alimentos e suprimentos para higiene. Além disso, os mesmos órgãos deve preparar a economia para uma recuperação mais rápida. adotando estímulos fiscais auxiliando as pequenas e médias empresas.