Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 25/05/2020

A face econômica da crise do  coronavíus

A pandemia do coronavírus gera graves consequências multifacetadas pelo globo. No aspecto econômico a repercussão tem sido de ordem mundial, tanto em grandes potências como os Estados Unidos, como em enconomias emergentes, como o Brasil; excetuada a China, onde se originou a infecção viral de que se trata, onde, a despeito da crise mundial, há previsão de crescimento.

Em decorrência da grave circunstância sanitária por que passa o mundo, foram e estão ainda sendo necessárias medidas com forte implicação econômica, tais como isolamento social, e, até mesmo outras de cunho mais restritivo, como o “lock down” ou “tranca rua”. Todas com o objetivo de diminuir a contaminação pelo vírus, que se transmite com muita velocidade.

Com as medidas mencionadas, imperiosas para a contenção do contágio, comércios, indústrias e atividades educacionais, de profissionais liberais sofrem abalo, com baixa de faturamento, e, por conseguinte, aumentando o desemprego, tendo em vista que não conseguem preservar os postos de trabalho, pela falta de recursos financeiros.

Importante frisar que não são as medidas implementadas para o contingenciamento da crise as responsáveis diretas pela crise econômica. A causa, efetivamente, primária é a própria pandemia. As medidas restritivas são consequência.

Para minorar os efeitos econômicos, seria importante que o Estado promovesse condições para que as pessoas pudessem cumprir o isolamento, oferecendo-lhes condições minimas de existência, preservando assim a saúde e a força de trabalho, sem a qual não há economia. De outra parte, imperioso que o Governo, através de políticas públicas, oferecer linhas de crédito especiais para as empresas, para que lhes seja possível a retomada de suas atividades no pós-pandemia.