Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 14/06/2020
Decretada pandemia pela OMS, o COVID-19 colapsou não somente os sistemas de saúde de diversos países, revelando sua fragilidade, como também suas economias. Por ser uma doença moderadamente contagiosa, governos de todo o mundo foram encorajados a decretar “Lockdown”, fechando os olhos para os impactos que isso causará nas empresas. Esta retirada súbita de receita das mãos dos empreendedores está a gerar um efeito de cadeia, aumentando o desemprego e a pobreza em todo o globo.
O aumento da pobreza pode ser verificado ao olhar para o desempenho das bolsas de valor mundiais, que traduzem a situação das empresas nos países. Atualmente, cerca de 80% das bolsas estão despencando. No caso dos EUA, o país ao qual várias nações dependem economicamente, está sendo verificada uma queda nunca antes vista desde a crise de 1929. O cenário atual é de grande depressão econômica mundial, que não será fácil e nem rápida de ser retomada.
A crise, terá como consequência uma “pandemia de fome”, prevista para 2020 pelo Programa Mundial de Alimentação da ONU. Segundo o PMA, o número de pessoas que morrerão de fome dobrará para 265 milhões este ano. As mortes pela doença apresentam uma aproximação de 3,4% das pessoas infetadas. No entanto, essa estatística não leva em conta as mortes por fome decorrentes da pobreza e miséria que está sendo disseminada com o isolamento social.
A Organização das Nações Unidas deve, portanto, admitir o problema econômico decorrente do Coronavírus como sendo tão grave quanto o problema de saúde e tentar solucioná-lo por meio de recomendações aos países-membro. Medidas que podem ser recomendadas são a diminuição de burocracias para o empreendedorismo e a diminuição dos impostos. Desse modo, será aumentado o poder de compra dos cidadãos e facilitará muito a criação e perseverança de novas empresas e novos postos de trabalho, diminuindo o desemprego e a pobreza. Assim, será possível diminuir os impactos da pandemia na economia.