Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 27/05/2020

O novo Coronavírus impactou a economia de diversos países, que poderão sofrer graves consequências ao longo dos anos. Em situações agravantes é que se pode perceber o ponto fraco de  uma sociedade, podendo ser representantes políticos, os cidadãos ou a educação financeira, e quando todos esses fatores não estão em acordo entre si, acaba gerando uma crise econômica.

O Brasil enfrenta um grande problema na pandemia que é o fato de aproximadamente 45% da  população não estar respeitando a quarentena, alguns são justificáveis porque não possuem informações o suficiente, outros desrespeitam porque pessoas de sua orientação política induz a não ficarem em casa, há também os que necessitam trabalhar pois não têm condições suficiente para se manterem sem emprego. Sendo assim, quanto mais os indivíduos se negam a ficarem em casa, mais os gastos principalmente na área da saúde aumentam, por mais tempo os estabelecimentos permanecem fechados e consequentemente diminui ainda mais a riqueza do país.

Muitos economistas afirmam que a economia irá se reerguer em forma de “W” ou “U”. Nesse período de tempo haverá muitos desempregos, poderá aumentar ainda mais a fome em determinados locais, os preços dos produtos podem ficar altos, sendo períodos difíceis até para realizar um financiamento porque terá altas taxas de juros. Mas grande parte desse impasse seria resolvido se a população tivesse educação financeira, então teriam uma reserva de emergência e não precisariam trabalhar por alguns meses, logo, ficariam mais tempo em casa e a taxa de contágio diminuiria rapidamente.

Diante dos fatos mencionados, é notório que muitos fatores podem influenciar o destino de uma nação, assim como uma figura  política, finanças pessoais e empatia pelo próximo. Mas nesse momento, para que haja reerguimento da economia, é necessário aumentar a taxação de mercadorias importadas que já possuem semelhantes no local de destino, como roupas e calçados, e assim aumentará parte do capital. É necessário também que o Ministério da Economia dê prioridade em auxiliar comércios de porte médio e pequeno, porque são eles que mais geram empregos no país.