Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 27/05/2020

Durante a idade média, a peste negra, epidemia que assolou a Europa durante o século XIV, causou grandes alterações na sociedade da época, além de um pouco avanço científico e econômico. Atualmente, a pandemia da COVID-19, complica as relações de mercado no Brasil e no mundo, uma vez que o comércio mundial perde momentaneamente seu fluxo de consumidores e também trabalhadores. Dessa forma, faz-se necessário a tomada de medidas que possam reverter essa situação.

Em primeiro plano, é válido ressaltar que, segundo Karl Marx e Adam Smith, a ideia da atividade econômica é essencialmente coletiva, sendo necessária a existência da oferta e demanda para o sucesso da atual produção capitalista. No entanto, com a grande urgência e busca pela aplicação efetiva do distanciamento social, as relações econômicas tornam-se desestabilizadas pela ausência temporária de mercado consumidor, influenciando também no pouco lucro e aumento de demissões durante a pandemia.

Em segundo plano, esse cenário problemático se perpetua exatamente pelo descumprimento das medidas de segurança, que acabam prorrogam o período de quarentena e, consecutivamente, a paralisação da economia mundial. Esse fenômeno atual pode ser explicado por Zgymunt Buaman, onde a sociedade líquida é composta por relações individualistas e falta de comprometimento coletivo.

Portanto, diante dos argumentos citados, faz-se imprescindível que os órgãos públicos devam criar políticas de assistência social com os bancos brasileiros, possibilitando e facilitando as transações de empréstimo, afim de oferecer suporte ao empresariado nacional que segue, nitidamente, sendo prejudicado no período de pandemia.