Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 06/06/2020

Certamente a pandemia do novo coronavírus veio e alastrou em escala mundial e de uma maneira inesperada todos os âmbitos, seja na saúde, educacional, desenvolvimento científico e principalmente, econômico. Para uma maior eficiência da diminuição da propagação da doença, a OMS, Organização Mundial da Saúde, declarou quarentena em todo o mundo. Com isso, houve a paralisação do setor terciário, responsável pelo comércio e a área de serviços.

A priori, é importante salientar que segundo o IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 41,3% da população brasileira trabalha informalmente, ou seja, sem carteira assinada e um salário fixo. Muitos desses trabalhadores estão a ser prejudicados, pois substancial parcela não pode sair de casa por fins laborais e não conseguirá sustentar-se em um momento desse. Ademais, a influência desse tipo de trabalho na economia é muito elevada. Segundo a estudiosa Niti Bhan, legitimar a economia informal pode trazer um crescimento de 60% a 80% no PIB de uma nação.

A posteriori, o déficit monetário com o que foi supracitado e ainda com o capital sendo utilizado principalmente em EPIs, equipamentos de proteção individual, respiradores e medicamentos será cada vez maior. Consoante secretário do tesouro, essa crise aumentará a dívida bruta do Brasil a 85% do PIB, causado pelas despesas necessárias ao combate dessa doença.

Em suma, a pandemia trouxe prejuízos a economia mundial e principalmente a brasileira, com o impedimento de determinados trabalhadores exercerem suas funções e o gasto decorrente do combate à doença. Dessarte, é mister que o trabalhador autônomo, aquele que garante o salário sem carteira assinada e com flexibilização, por intermédio de redes sociais, divulgue o trabalho que realiza e serviços com o objetivo de assegurar tanto o seu sustento quanto retardar a crise total do país, flexibilizando assim a comercialização e adaptando-se ao novo estilo de vida.