Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 06/06/2020
No início do século XX, a gripe espanhola afligiu o mundo. Assim como o novo coronavírus, a mesma era altamente contagiosa e infectou cerca de 500 milhões de pessoas. Na pandemia atual, não somente a questão sanitária é preocupante, como também a econômica. O crescimento da economia do país sofreu considerável declínio e as taxas de desemprego aumentaram, causando aflição e fome na população brasileira.
Com a chegada do vírus ao Brasil, o governo decretou isolamento social com o intuito de diminuir a contaminação, por isso muitos comerciantes tiveram que fechar o estabelecimento ou reduzir o número de funcionários, o que gerou uma perda nos lucros. Soma se a isso o aumento do desemprego, pois muitos empresários não terão como remunerar os funcionários. Acarretando, consequentemente, a queda das bolsas e das exportações, em razão do fechamento das empresas.
Um setor que também sofrerá muitas consequências é o turismo, como as companhias aéreas, uma vez que a proibição de viagens para conter o vírus, motivou o cancelamento de milhares de voos, duas empresas, por exemplo, juntas demitiram um total de sete mil pessoas e essa situação aumentará conforme durar a pandemia. Analistas presumem que o impacto pode absorver até meio ponto percentual da perspectiva de crescimento brasileiro em 2020.
Diante do exposto, é de extrema importância que medidas sejam adotadas pelo governo, para avolumar a arrecadação anual; como utilizar as reservas internacionais, a fim de custear o aumento de gastos do poder público para enfrentar a crise, decisão assistida pelo ministro Paulo Guedes. Anexado a isso, há a elaboração da Contribuição Social sobre Altas Rendas de Pessoas Físicas (CSPF), que usaria os rendimentos que ultrapassem oitenta mil por mês. Instituições defensoras da concepção, declaram que a nova contribuição permitiria o recolhimento do governo em setenta e dois bilhões por ano. Sendo uma forma de amenizar os efeitos provocados pelo coronavírus.