Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 09/06/2020
Necessidade de reinventar-se.
Durante o ano de 1918, iniciou-se uma imensa e devastadora pandemia do vírus influenza, que ficaria conhecida como gripe espanhola, causando danos sérios em termos de economia e de vítimas da doença. Paralelamente a esse fato histórico, convém lembrar que vivencia-se uma pandemia na época atual, por consequência, os impactos econômicos serão uma realidade no futuro.
No decorrer do mês de março de 2020, percebeu-se os números de casos do novo coronavírus começar a subir no Brasil. Segundo dados do jornal G1, o número de infectados no país no dia 31 de março era 5812 confirmados, mantendo um crescimento rápido desde então. Concomitantemente, com o aumento no número de infectados por coronavírus, fez-se necessário o fechamento de estabelecimentos não essenciais, sendo permitido apenas comprar comida e medicamentos. Em virtude disso os empresários afetados economicamente necessitaram reinventar-se, caso contrário iriam a falência. Essa reinvenção deu-se por meio do trabalho em casa e vendas pela internet.
De acordo com dados do Ministério da Economia, a estimativa de queda no PIB do Brasil é de 4,7% em 2020. O problema encontra-se no fato em que para o país recuperar-se dessa crise é necessário um longo período, devido ao fato do crescimento econômico dos últimos anos no Brasil não serem muito elevados. No entanto, mesmo que algumas pessoas pensem que essa crise seja o fim do mundo, isso não é verdade. Com dedicação e perseverança, é possível repensar a forma de como a nossa saúde econômica pode manter-se saudável. Neste momento, convém lembrar da frase célebre de Winston Churchill: “O sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder entusiasmo”.
Portanto, para que os impactos econômicos sejam os menores possíveis é necessário que o Estado incentive a população por meio de campanhas nas redes sociais a trabalhar de forma virtual, cumprindo um distanciamento, a fim de que, diminua a velocidade de propagação do vírus. Desse modo é possível vincular saúde e economia, proporcionando uma queda na velocidade do aumento de casos e oferecendo meios alternativos para que os comerciantes tenham a possibilidade de vender seus produtos adotando medidas de higienização. Somente assim, é possível diminuir os impactos negativos na economia que serão uma realidade no futuro e ao mesmo tempo cuidar da saúde das pessoas.