Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 22/06/2020
Antes de mais nada, é preciso entender de forma geral, o que a saúde interfere no meio econômico. Uma sociedade é economicamente saudável, se todos os outros âmbitos que englobam o país, também forem saudáveis. Pode-se entender que a economia de um país, ou do mundo, nada mais é do que o reflexo das ações de uma sociedade, dos gastos, dos investimentos, da empregabilidade e entre outros fatores.
Assim que o Covid-19 se alastrou no mundo, presenciamos a economia em ascenção de vários países caindo de forma abrupta, como a do Brasil por exemplo, onde a Ibovespa atingia os 120 mil pontos, com previsões de crescimento. No entando, não foi somente o Brasil que sofreu. As principais bolsas do mundo como NASDAQ, S&P500, entre outras, sofreram com os impactos.
De certo, a economia refletiu fielmente a crise no setor da saúde. Devido a alta taxa de contaminação, empresas fecharam e demitiram funcionários de forma quase que instantânea. A crise na saúde obrigou comércios a fecharem, e a reação em cadeia foi crescendo de uma forma na qual surpreendeu grandes economistas.
Com as quedas de ações, fundos e outros meios de investimento, o “pânico economico” levou investidores a sair de suas posições no mercado financeiro, vendendo suas ações e fundos. Dessa forma, a quantidade de ações no mercado ficam maior que a procura (demanda e oferta), levando o preço abaixo do valor patrimonial do papel. Naturalmente, com as quedas de uma massa de ações e fundos, a bolsa de valores refletirá todo o impacto nas pequenas e grandes empresas, mostrando aos investidores a real situação das mesmas e levando a muito deles optar por não investir, querendo preservar seu patrimônio.
Portanto, saber que o coronavírus causará impacto econômico é primordial para formar medidas agressivas para combater tal cenário. Uma das medias que pode ser adotadas, é a injeção de capital no setor da saúde em primeiro lugar, para combater ao vírus propriamente dito, pois as vidas possuem maior valor. Como medida secundária, a criação de uma parceria entre grandes empresas e o governo federal/estadual para criar um fundo monetário empresarial (semelhante ao FMI, destinado às empresas afetadas pós segunda guerra mundial) destinado à pequenas e médias empresas, a fim de tornar possível a vitalidade desses negócios durante e pós recessão.