Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 23/06/2020
Caos, isolamento social, ansiedade, mudanças drásticas na economia e uma população assustada. Visto alguns impactos causados pelo contratempo chamado COVID-19, faz-se necessário avaliar os principais percalços, como a economia e um dos recursos mais requisitados atualmente: os sistemas de saúde. Uma vez dentro da perspectiva dos obstáculos fornecidos pelo coronavírus cabe analisar a negligência do papel do Estado na amenização dos impactos sobre os brasileiros pois, a pandemia escancarou problemas desde a desigualdade social até falta de zelo com as minorias, tanto dos agentes públicos como privados.
De início pode-se destacar pontos específicos da história da humanidade em que houve danos econômicos que deixaram lembranças e feridas como exemplos o pós Segunda Guerra Mundial ou a Crise de 1929. Ainda convém lembrar que tais eventos além de prejudicarem a sociedade durante sua passagem temporaria como superlotação nos sistemas de saúde, falta de suprimentos básicos alimentícios e pânicos sociais intensificam ainda mais problemas já existentes. Logo, além de fazer com que 2020 seja encerrado com um dos piores desempenhos em relação ao pib -segundo o jornal G1- a pandemia evidenciou os mais necessitados.
Dessa forma entende-se que o Governo tem sido ineficiente quanto ao seu papel na economia e na condução de políticas sociais. De tal forma que a sociedade não pôde suportar a demanda de possíveis casos e casos existentes como também não obteve suporte adequado nos organismos de saúde pública. Adicionalmente, é válido ressaltar a extrema necessidade e fragilidade das minorias, como os idosos e portadores de doenças crônicas ou côgenitas que em situações normais já não tem a atenção e cuidados que devem possuir.
Por fim, cabe ao Governo Federal, por meio de verbas públicas implementar uma renda mínima aos trabalhadores informais e indivíduos em vulnerabilidade socioeconomica bem como a prestação de serviços e uma maior atenção aos grupos mais fragéis, em prol do bem-estar desses cidadãos. Ademais, cabe ao Ministério da Saúde, por meio de redes sociais e outros tipos de plataformas, promover campanhas publicitárias mais eficazes de conscientização, sobretudo instrução para melhor prevenir e evitar o alastramento da doença ao mesmo tempo ajuda no encurtamento do período de crise e ameniza o longo prazo de sequelas. Também, é dever dos organismos privados efetuar uma melhora no seu sistema filantrópico, por intermédio de doações e melhora nas funções de específicas da cada organismo.