Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 24/06/2020

Ansiedade, apreensão, caos, pânico, mudanças drásticas na economia e uma população assustada. Visto alguns percalços trazidos pelo COVID-19 surge alguns questionamentos sobre como proceder nas categorias mais afetadas por esse impasse, como a economia brasileira. Uma vez dentro dessa perspectiva é saliente relembrar um histórico mundial de crises biológicas, pois tais crises deixaram lembranças, sequelas e uma expectativa de um maior preparamento para situações críticas. No entanto, o problema apenas evidenciou os problemas de gestões do Governo desde negligência em aos mais vulneráveis até problemas socioeconômicos.

Primeiramente sabe-se que o histórico mundial ressalta episódios nos quais o ser humano se encontrou em uma grave situação como o Crash de 1929 até o pós da Segunda Guerra Mundial, bem como a Peste Negra que assolou a Europa na idade média até as mais recentes como H1N1 ou malária. Ademais tais dificuldades ajudaram a criar os sistemas de saúde mais bem preparados em muitos países europeus. Em coadunação a tal pensamento ter expectativas de uma nação mais bem preparada para situações extremas é o mais esperado.

Entretanto, a pandemia fez ressaltar fatos como a ineficiência de políticas sociais governamentais quanto as disparidades sociais existentes. Assim inúmeros casos relacionados a posição carente social interferem diretamente na economia nacional, pois esses acontecimentos exigem a sustentação econômica do sistema financeiro da população. Adicionalmente a estimativa de mortos e infectados tem relação direta com os impactos nos sistemas de saúde, ao reivindicar também cuidados com a saúde mental das pessoas -devido ao período de confinamento- acesso aos bens básicos alimentícios e medicamentos.

Portanto, não há dúvidas de que é preciso que seja tomada uma iniciativa para mudar a questão. Por isso, o Governo Federal por meio de verbas públicas implementar uma renda mínima aos trabalhadores informais e indivíduos em vulnerabilidade socioeconômica bem como a prestação de serviços aos grupos mais frágeis, visando sobretudo o seu bem-estar. Além disso, pode-se disponibilizar plataformas virtuais para maiores informações e atendimentos no que seja necessário ao pedinte como também por meio de mídias sociais pode-se desenvolver uma página com testemunhos, dicas, e ajuda mútua, objetivando-se que a ajuda chegue para todos. Nessa lógica, o intuito de tal medida é que a maior parte das pessoas sejam ajudadas e ajudem da mesma forma outras. Evidentemente, outras iniciativas devem ser tomadas, pois, de acordo com Confúcio, “Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros.”