Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 27/06/2020

A crise econômica intensificada pela pandemia de Covid-19 será a maior desde a Grande Depressão - crise pós a Grande Guerra - afirma a FMI (Fundo Monetário Internacional). Nessa perspectiva, é essencial abordar os inúmeros impactos negativos ocasionados na economia nacional, tais como: o aumento de desemprego e a retração do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro no primeiro semestre de 2020.

Em primeira análise, é preciso ressaltar que o nível de desemprego aumentou para 12,6% em território nacional - dado publicado no site do G1 - após o inicio da quarentena. Isso ocorre em virtude da falta e redução do mercado consumidor, uma vez que o comércio foi obrigado a fechar as portas por um determinado período, e muitas pessoas aderiram ao isolamento social, em outras palavras, reduziram o consumo em estabelecimentos físicos. Por consequência, muitas empresas foram a falência, principalmente as pequenas e médias, assim, vários funcionários ficaram desempregados.

Em segunda análise, outro impacto preocupante, é a estimativa de retração do PIB até o final de 2020, já que no primeiro semestre o PIB apresentou um recuo de 3% em relação à 2019, informações também expostas pela FMI. A partir disso, presenciamos a entrada do país em uma crise profunda, sem dúvidas, se as projeções se concretizarem e continuarem no ritmo atual, estima-se que no final do ano haverá uma retração de 9,1% do Produto Interno Bruto, diz Paulo Guedes ao expor relatório da FMI. Logo, o país viverá um período de grande depressão devido ao isolamento, depressão comparável e maior que a de 1929.

Torna-se evidente, portanto, que haverá uma extrema crise econômica após a pandemia de Corona Vírus. Assim, cabe ao Ministério da Economia criar incentivos fiscais, por meio de redução de impostos em locais com maiores taxas de desemprego, ação semelhante ao “50 anos em 5” de Juscelino Kubitschek. A fim de empregar grande parcela da população. Além disso, para ajudar a aumentar o PIB brasileiro, é responsabilidade, mais uma vez, do Ministério da Economia, pois é crucial que ele planeje e ponha em prática incentivos fiscais para estimular o crescimento das indústrias nacionais. Dessa forma, é possível amenizar a crise econômica impactada pela pandemia.