Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 04/07/2020

Empresas fechando, pequenos empresários falindo e aumento do desemprego. Infelizmente, essa é a realidade enfrentada no cenário econômico brasileiro durante a pandemia do século XXI. Dessa maneira, o COVID-19  não é responsável só por diminuir o Produto Interno Bruto (PIB)  do Brasil, mas também por agravar a crise econômica já existente, ampliando o número de desempregados.

Precipuamente, é fulcral ressaltar que por se tratar de uma doença letal de rápido e fácil contágio, o único método de prevenção é o isolamento social. Outrossim, tal confinamento inesperado resultou na diminuição de capital gerado pelos meios de produção. Consequentemente, ocorreu uma intensificação na crise já existente no país, tendo em vista que, apesar de o lucro estar congelado, as despesas continuam ativas. Nesse sentido, o capital líquido se torna negativo, resultando na falência destas empresas ou falta de dinheiro para pagar seus funcionários.

Em uma segunda análise, quanto menos riquezas geradas menos impostos são arrecadados. Sob essa ótica, a crise financeira gerada pela pandemia será responsável por retardar o crescimento econômico brasileiro. Ademais, a partir do momento em que menos impostos são arrecadados menor será o PIB do país, que segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), terá um queda de 5,3% e ,com isso, faltará capital para investimentos. Nessa  lógica, o agravamento na crisa financeira preexistente resultará no retardamento do crescimento do país.

Por conseguinte, fica evidente o impacto financeiro que a pandemia trará para o Brasil. Portanto, cabe ao Ministério da Economia, através de um projeto de lei entregue à Câmara dos Deputados, restabelecer o cenário econômico nacional. Tal projeto conta com a reabertura gradativa dos meios de produção e do comércio, seguindo as orientações dadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Além disso, estará incluso, também, a redução de 10% nos impostos pagos sob a mercadoria por um ano, e logo após, acontecerá um aumento de 15% sobre os impostos inicias a fim de recuperar a economia do Estado. Desse modo, espera-se a reestruturação econômica saudável do Brasil em alguns anos.