Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 06/07/2020

Segundo os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, o Brasil é o sexto país mais populoso do mundo e, por isso, enfrenta obstáculos para garantir o bem-estar a todos os cidadãos. No entanto, as dificuldades não estão atreladas somente à administração do país, e sim à repercussão negativa que a COVID-19 ocasionou. Essa doença desenvolveu uma das maiores crises do século XXI, sendo responsável por gerar impactos como o acréscimo do número de desempregados e o enfraquecimento do comércio nacional. Logo, é necessário avaliar os eventos ocorridos, com a finalidade de retardar o avanço dessa pandemia.

Em primeira análise, é importante ressaltar o desequilíbrio financeiro vivenciado por famílias brasileiras desde a chegada da COVID-19. De acordo com a estimativa do Fundo Monetário Internacional (FMI), a renda per capita brasileira decrescerá 6,1% em 2020, o que acarreta o desespero de muitos trabalhadores. Esse panorama lamentável ocorre porque diversas empresas pretendem reduzir o número de empregados, para não terem que fechar seus estabelecimentos ou, até mesmo, para evitar a falência, levando ao aumento do desemprego no país. Desse modo, é notória a influência negativa que essa trágica doença trouxe aos cidadãos, privando-os de direitos básicos como o trabalho, a saúde e o lazer.

Ademais, vale-se destacar o decadente cenário comercial do Brasil como consequência da pandemia. Seja pela minimização do fluxo de consumo exacerbado, decorrente dos altos índices de instabilidade econômica e de menor poder de compra associado à sociedade, seja pela alarmante queda da bolsa de valores, é irremediável o impacto da COVID-19 no sistema capitalista, o qual é fomentado pelo constante crescimento de cidades globais e pela circulação de informações em âmbito global. Portanto, para apaziguar a instabilidade produzida, é de fundamental importância reverter a pandemia reverberada, concretizando as palavras de Carlos Drummond, de que:" é hora de recomeçar tudo outra vez, sem ilusão e sem pressa, mas com a teimosia de um inseto que busca o caminho no terremoto".   Em suma, torna-se perceptível a necessidade de reduzir os transtornos que a COVID-19 trouxe à economia brasileira. Para isso, é dever do Ministério da Economia aliar-se ao Ministério da Saúde. É responsabilidade do conjunto, ampliar o número de materiais essenciais para a criação da vacina nos hospitais e postos de saúde, por meio da distribuição de verba de forma igualitária a todas as regiões, a fim de evitar o avanço abrupto da doença na sociedade brasileira. Assim, os casos pandêmicos ,aos poucos, diminuirão, os comércios retornarão ao ritmo normal e as palavras de Carlos Drummond serão cultivadas.