Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 20/07/2020
No ano de 2020 o mundo em sua totalidade foi surpreendido com um novo vírus, a COVID-19, já que seus conhecimentos sobre o mesmo eram precários, logo várias óbices tiveram que ser enfrentadas, dentre elas, os países assim como o Brasil, foram obrigados a lidar com o declínio da economia, visto que o desemprego, a crise de saúde e a impossibilidade do indivíduo trabalhar, acarretam essa decadência.
O Brasil é um país que já sofria com o desemprego, assim como afirma o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que, embora em 2019 a taxa de desemprego no Brasil ficar em 11% no trimestre encerrado em dezembro, ainda assim 11,6 milhões de pessoas se encontravam desempregadas. Porém com o aparecimento súbito do Coronavírus, o desemprego no Brasil pode passar de 14% ao fim de 2020 segundo a Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado, pois impossibilitado de trabalhar os donos de comércios e empresas acabam demitindo seus funcionários por não ter como manter seus salários.
Com o número de casos aumentando, foi decidido que iniciaria um isolamento social, porque se um número exacerbado de cidadãos ficasse doente, não seria possível tratamento para todos, por consequência do Sistema Único de Saúde (SUS) não ter recursos o suficiente para atender a demanda, já que segundo o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), apenas 17,9 mil dos 40,6 mil leitos de UTI existentes no País estão no SUS, então os indivíduos devem ficar em casa se protegendo. Contudo se o cidadão for impossibilitado de trabalhar, será impossível manter o próprio sustento, e manter-se devidamente saudável seja pela alimentação ou na compra de remédios, o que o levaria a ter imunidade baixa ou seja terá mais facilidade em ficar doente e terá q ser tratado pelo SUS.
O Ministério da Saúde deverá agir com que as UTIs privadas e SUS se unifiquem nesse período, ou Igualitando a porcentagem das mesmas, e visar ao investimento na área da saúde, construindo não só leitos mas também hospitais. O Ministério do Trabalho precisará fazer acordos com empresas, liberando uma quantia que será para pagar os salários de seus funcionários, para que não haja a nescesidade da demissão, pedir para que programas de televisão incentivem seu público, afim de que não façam nenhuma questão econômica séria, e que evitem o consumismo, se atentando em comprar apenas o que será nescessário, e também providenciar a melhora do auxílio emergencial, visto que indivíduos que precisam do mesmo ou são negados ou são roubados com facilidade.