Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 13/07/2020
Promulgada pela ONU, em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à dignidade e de bem-estar social. No entanto, a instabilidade econômica e política impossibilita que a população brasileira desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, vale argumentar sobre os fatores que corroboram esse quadro.
Primeiramente, a balança comercial favorável traz dignidade à vida do cidadão. Exemplo disso, é a pesquisa realizada pelo FMI, na qual o produto interno bruto (PIB) irá cair 3% ao ano no Brasil. Diante de tal contexto, é inegável que a crise econômica é realidade no Brasil, visto que a sensação de insegurança da população, retração das atividades comerciais e o aumento da taxa de desemprego no período de pandemia acentuam as desigualdades sociais e a pobreza.
Em segundo plano, o Estado negligencia o princípio de respeito. Nesse viés, a conflitante relação dos três poderes e as medidas irresponsáveis na prevenção do novo coronavírus assustam investidores estrangeiros. Prova disso, é o estudo produzido pelo Ipea, no qual os investimentos privados caíram 27,5% em abril. Diante do exposto, é perceptível que a crise estrutural do Brasil interfere no cenário econômico, por conta dos escândalos sociais e da insatisfação da população em relação ao governo o fluxo global de investimentos estrangeiros diminui.
Portanto, medidas são necessárias para solucionar esse impasse. Diante disso, o governo federal deve investir em medidas econômicas e sanitárias, por meio de políticas públicas que visem diminuir os efeitos da pandemia de Covid-19 na economia, com o intuito de melhorar a qualidade de vida dos cidadãos. Dessa forma, o Brasil poderia solucionar essa problemática, de forma que aos brasileiros seja assegurado o que já nos é garantido desde a Declaração Universal dos Direitos Humanos.