Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 17/07/2020
Observando o cenário a pandemia de coronavírus afeta não só aréa da saúde, mas também o setor econômico. De acordo com A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a taxa de desemprego pode atingir 12% em caso da segunda onda de coronavírus. ‘‘O impacto sobre o mercado de trabalho tem sido dez vezes pior do que em 2008’’, completa OCDE. Já a Organização Mundial do Comércio (OMC), prevê recuo no comércio global em 32% neste ano. Em síntese, as pessoas começam a passar necessidades, a fome vem se tornando cada vez mais presente, por exemplos. Todos esses dados citados acima são previsões até otimistas, dizem os especialistas.
A decretação da quarentena, com fechamento de empresas, comércios, a suspensão de aulas e qualquer espaço que gere concentração, afeta diretamente o setor econômico. Em meio a esse turbilhão, a falta de um acordo entre os países produtores de petróleo (OPEP) e a Rússia, fez com que houvesse um colapso no preço do Barril de petróleo. As bases do capitalismo, nas trocas e ‘‘ajudas’’ entre organizações e países, estão sendo colocadas a prova. O aumento de preços de vários produtos é inevitavel, um exemplo disso é o aumento do álcool em gel e da gasolina. No Brasil, o real acumula uma desvalorização de 45%, em relação ao dolar, e há indícios de que essa trajetório de baixa vai continuar. Outras moedas de países emergentes têm se desvalorizado.
As consequências desse amontado de problemas são graves. Recentemente, a Organização das Nações Unidas (ONU) informou que o mundo poderá ter mais 132 milhões de pessoas passando fome em 2020, por conta da pandemia. Com as fronteiras fechadas, os trabalhos humanitários têm dificuldade para serem realizados. Sem ação, as pessoas morrerão de fome, não só de coronavírus. Nesse momento que a população está tão sensivel, novas formas de enganação surgem, os números de golpes aumentaram. Inclusive em relação ao auxílio emergencial, tanto em questão de fraude quanto em questão de roubo, deixando milhares de pessoas desamparadas. O auxílio emergencial está colaborando para o sustento de várias familias, infelizmente em alguns paises o valor é muito baixo, deixando muitos desanparados.
Portanto, para tentar amenizar esses impactos, o Governo Federal deve buscar por uma redução de tributos ou um adiamento do pagamento, oferecendo uma oportunidade para a reorganização das empresas. Impostos zero para determinados produtos médicos e a redução de barreiras alfandegárias, irão ajudar a manter um equilíbrio não só no setor econômico, mas também na saúde. O auxílio emergencial deve ser mantido pelo Governo Federal, para oferecer uma proteção financeira, buscando por um valor que seja justo e suficiente para o sustento das pessoas.