Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 15/07/2020
O Covid-19 surgiu em Wuhan, na China, em dezembro de 2019, o vírus provoca infecções respiratórias e possui uma alta taxa de contaminação. Diante disso, rapidamente, o vírus alastrou-se por centenas de países, sendo declarada uma pandemia pela Organização Mundial da Saúde, OMS. À vista disso, o protocolo seguido pelos lugares afetados foi o de isolamento social, ou seja, fechamento do comércio e outros segmentos da economia, permitindo somente serviços essênciais. Dessarte, a economia mundial foi fortemente impactada. Consequentemente, o Brasil prevê um recesso na demanda de importação e exportação, além do aumento do desemprego e da falência de empresas. Para reverter isso, é necessário a colaboração não só do governo mas como da população também.
Nesse contexto, todos os segmentos foram afetados, o comércio o principal deles. Esse que, á exceção do serviço essênciais, fechou as portas temporariamente, diminuindo sua arrecadação mensal abruptamente. Desse modo, muitas lojas e restaurantes alteraram a forma de atendimento incluindo o remoto e a tele-entrega, porém, os locais estão vivenciando a baixa demanda. Assim sendo, diversos lugares necessitaram recorrer a outras medidas a fim de resistir a falta de crédito, como a demissão, redução salarial ou medidas drásticas como o fechamento total. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, a taxa de desemprego chega a 12,6% no primeiro trimestre de 2020, e cerca de 351.181 empresas fecharam no mesmo período.
Entretanto, o Governo Federal, desde março, tenta implicar ações para reduzir o impacto da pandemia. Desse modo, um auxílio emergencial de R$600 foi disponibilizado para aqueles afetados economicamente pelo novo Coronavírus. Ademais, empresas pequenas paralisadas tem direito a uma linha de crédito, podendo obter empréstimos. Contudo, ocorreram fraldes em ambos os processos, deixando cerca de 10 milhões de brasileiros necessitados sem receber o auxilio, enquanto brasileiros que não se encaixam nas especificações receberam-o, de acordo com a Caixa Federal, e a demora na aprovação da linha de crédito elevou o número de empresas fechadas.
Em suma, ações vindas da população e do governo são necessárias. Os brasileiros devem concentizar-se de somente requisitar o auxilio em caso de necessidade, enquanto o Ministério da Fazenda deve aprimorar o seu sistema, solicitando mais informações e findar com seus pontos fracos já testemunhados, a fim de agilizar a aprovação da linha de crédito e certificar-se que somente desfavorecidos vão receber a ajuda. Posto isso em prática, mais pessoas receberão, trazendo poder de compra alavancando a demanda do comércio. Bem como, moradores devem valorizar micro-empresas e o comércio local, com o intuito de gerar capital a sua região e suprir a baixa demanda.