Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 15/07/2020

A sociedade atual passa por um dos momentos mais drásticos das últimas décadas: a presente pandemia de coronavírus, a qual já causou quase seiscentas mil mortes. O COVID-19, causada pelo novo coronavírus, foi detectada pela primeira vez na China e espalhou-se pelo mundo. As medidas preventivas adotadas pela maioria dos países afetados, pode-se dizer que é uma das justificativas para os impactos drásticos na economia mundial.

Antes de mais nada, é importante ressaltar que as principais medidas preventivas são o distanciamento social e a quarentena. Desde Adam Smith e David Ricardo, sabe-se que a origem de toda riqueza é o trabalho. Se as pessoas estão afastadas do trabalho, não a produção de riqueza, não a renda e não a consumo para movimentar a economia. É um ciclo, cujo impacto é claro: uma crise econômica com amplo desemprego e empobrecimento geral da população.

Segundo relatório divulgado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), a pandemia de coronavírus vai levar a economia mundial a registrar em 2020 o pior desempenho desde a Grande Depressão de 1929, o órgão passou a estimar que o Produto Interno Bruto (PIB) global deve recuar 3% neste ano. Além disso, a Organização Mundial do Comércio (OMC) prevê que o comércio global recuará em até 32%. Com isso, é preciso que medidas sejam tomadas para impedir o avanço desse problema.

Portanto, com o intuito de minimizar os impactos da pandemia na economia, é preciso que os governos direcionem capital que, por meio de grandes investidores, será aplicado em novas empresas, assim, colaborando para o crescimento da economia. E outro meio viável é os Direitos Especiais de Saque (DES), criado pelo FMI para completar as reservas oficiais dos países membros, ser emitido, pois pode ajudar a liberar espaço fiscal vital para permitir mais gastos com sistemas de saúde e medidas de apoio à economia.