Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 16/07/2020

A Grande Depressão de 1929 deixou recordações ruins não só para os Estados Unidos, mas também para o resto do mundo. A crise na economia afetou vários países de cada continente e cedeu uma lição de aprendizado: não desperdiçar. No entanto, o obstáculo enfrentado atualmente é em relação à pandemia do coronavírus, especificamente sobre os impactos sofridos na área econômica. Dessa forma, é necessário que medidas sejam tomadas pelas autoridades competentes para resolver a questão, que é motivada pela queda do Produto Interno Bruto (PIB) e suas consequências.

Em uma primeira constatação, é fato que o mau desempenho do comércio global favorece a realidade vivenciada pelos desafios econômicos causados pela Covid-19. De acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), o PIB de países ricos deve recuar 6,1%, enquanto os pobres apresentem uma retração de 1%. Desse modo, é perceptível a recessão global que irá ocorrer no mundo pós-pandemia. Segundo especialistas, ainda não se sabe como será a recuperação desse entrave, mas o declínio patrimonial já é discutido como uma realidade.

Em consequência de tais fatores, é fato perceber que haverá muitos desempregos e falências de empresas. As medidas necessárias para impedir a proliferação do vírus como o isolamento social, mostram que as pessoas devem ficar em casa e comércios precisam fechar a fim de evitar grandes aglomerações. Dessa maneira, vê-se que com essas prevenções a economia irá ficar defasada, pois conforme os noticiários, empresários e até mesmo trabalhadores não terão renda suficiente para se sustentarem.

Para que a adversidade seja minimizada, portanto, é necessária uma intervenção dos órgãos capacitados. Sendo assim, o Governo, por meio de estratégias políticas deve priorizar nesse momento os gastos com o tratamento dos cidadãos contaminados pelo coronavírus. Nesse sentido, o intuito da proposta é reduzir o número de infectados o que irá proporcionar, consequentemente, uma sociedade saudável, pois não se melhora uma crise com pessoas doentes, além de que qualquer forma a queda econômica irá ocorrer. Além dessa, outras normas podem ser tomadas, assim como disse Martin Luther King, “Toda hora é hora de fazer o que é certo”.