Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 16/07/2020

Para evitar um desastre desenfreado de contaminados por todo o mundo, o epicentro do vírus -China-, logo fechou suas fronteiras de modo com que evitasse a circulação de pessoas para dentro e fora do país. Não demorou muito para que os países, principalmente próximos, como Japão e Rússia, também fizessem o mesmo. Essa decisão de restrição teve forte impacto na economia, visto que houve um declínio na taxa de importação e exportação fazendo com que várias potências, como os Estados Unidos, entrassem em crise, preocupando ainda mais, o mundo. E mesmo com essa tomada de decisão, não foi o suficiente para conter o número de contaminados pela doença.

Após a declaração, em 11 de março, da OMS (Organização Mundial de Saúde), o novo coronavírus foi caracterizado como uma pandemia, levando à aplicação de medidas para evitar, ainda mais, a disseminação da doença. Uma delas é a de distanciamento social, para que não haja concentração de pessoas num lugar, levando a muitas das indústrias e fábricas a se adaptarem a esse meio. Com a diminuição da carga horária e o período de muitos trabalhadores, foram criadas diferentes sessões intercalando-as entre os funcionários.

Outra medida tomada, foi a quarentena, mantendo as pessoas em casa, com saídas somente para o necessário, impedindo que muitos fossem ao seus empregos. É de se entender, segundo Adam Smith e David Ricardo, grandes clássicos economistas liberais, que a origem de toda riqueza provém do trabalho. Se a população não o faz, logo, não há um movimento na economia por parte do consumo, não há produção de riquezas. Dessa forma, fica visível o impacto da pandemia na economia.

Mesmo com as decisões tomadas, foram confirmadas, no mundo, mais de 13 milhões de casos até o período de 15 de julho. E apenas 3 milhões dos casos, esses localizados nas Américas, demonstraram status de recuperado da enfermidade, de acordo com dados apresentados pela organização.

Portando, é inequívoco que com os fatores supracitados, a tomada de decisão de órgãos responsáveis pelo assunto, como OMS e a OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde), entrem em conjunto para a prestação de suporte técnico em todos os países afetados, em resposta ao surto do COVID-19 (Doença do Coronavírus, 2019). Não obstante, Governos de todos os países devem colaborar, investindo, de alguma forma, nos estudos com espaços controlados para a criação da vacina contra o vírus. Para que assim, países possam novamente abrir suas fronteiras, e seus cidadãos possam voltar aos seus respectivos trabalhos, concretizando os pensamentos de Adam Smith e David Ricardo.