Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 16/07/2020
O Coronavírus, infelizmente, está sendo o principal problema do ano de 2020, e como grandes consequências disso, tem-se o derretimento das bolsas, congelamento de escolas, comércio, turismo, aeroportos, decaimento do PIB dos países, cancelamento de eventos, como as Olimpíadas de Tóquio, que agora será realizada em 2021. Todos esses fatores acabando impactando e contribuindo para que a economia do país tenha uma queda muito negativa em comparação aos anos anteriores, assim, quanto mais a pandemia estiver presente no mundo, mais a economia irá quebrar.
De acordo com o Papa Francisco, o mundo terá um genocídio se priorizarem a economia do que a saúde das pessoas, até porque dados corroboram que após a reabertura do comércio em algumas regiões do Brasil, o números de casos acabaram triplicando, ou seja, tentaram achar uma “solução” para que a economia não fique totalmente parada, e só contribuíram para o decaimento da saúde dos afetados. Assim como o auto valor do dólar chegando em sua primeira vez na história a R$5,90, esse vírus acabou aumentando o número de brasileiros desempregados, onde os mesmo sem trabalho não consumirão produtos necessários, como alimentos, em sua escala normal, como estão acostumados, isso acaba afetando as famílias fazendo-as parar de consumir ou consumir menos, quer seja por queda da renda ou por medo de recessão.
Assim como a crise de 29, ou a Grande Depressão de 29, pode-se fazer uma analogia com o Coronavírus, onde ambos problemas tomaram uma uma proporção mundial e ambos acabaram proporcionando uma recessão econômica no mundo, provocando grandes tensões econômicas e grandes mudanças nas bolsas de valores. Tendo uma visão voltada ao Brasil, a economia está provocando grandes instabilidades políticas, com muitas trocas ministeriais durante a pandemia, enquanto muito dos políticos deveriam estar preocupados em orientar a população cada vez mais sobre as precauções necessárias, eles estão se preocupando em reabrir seus comércios, que ocasionalmente, aumentará os números de casos, sobrecarregando o sistema de saúde.
Em suma, como o Brasil está com grandes taxas de desempregos, o Governo respectivo de cada estado, juntamente com o Ministério da Cidadania, deveriam distribuir por meio de campanhas solidárias cestas básicas às pessoas mais necessitadas, que estão passando por grandes dificuldades relacionadas ao dinheiro, análogo ao Auxílio Emergencial. Além disso faz-se necessário também a distribuição de kits de prevenção ao vírus, onde possuiria álcool em gel e máscaras, assim as pessoas começariam a se prevenir cada vez mais, fazendo com essa pandemia passe logo e a economia global possa voltar nos trilhos novamente.