Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 16/07/2020
A sociedade atual passa por um dos momentos mais difíceis das ultimas décadas, a pandemia de corona vírus, em meio a essa adversidade o mundo tenta encontrar um equilíbrio entre as medidas necessárias para salvar vidas e preservar empregos e empresas, atingidos em cheio pela crise. Enquanto soluções médicas como vacinas e medicamentos levam tempo para serem desenvolvidos, o isolamento social é a principal recomendação para achatar a curva epidêmica. Porém para proteger a economia, é também necessário controlar a disseminação do vírus. Sem controle, a perda econômicas da pandemia são enormes.
Segundo o chefe-adjunto do departamento de Saúde da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) Frederico Guanais, o dilema entre vidas e empregos é falso: ele afirma que, se os países nada fizessem para diminuir os contágios pelo coronavírus, as consequências econômicas seriam ainda mais dramáticas, ainda mais no Brasil, que conta com um sistema universal de saúde, portanto precisa de mais dinheiro do estado embolsado para a adquirição de leitos e equipe profissional, se as medidas de isolamento não fossem tomadas o estado poderia falir, com a tentativa de não perder vidas por falta de estrutura.
Devido à crise sanitária juntamente a negligencia do presidente, o país se encontra em estado de catástrofe, diferente da realidade da Nova Zelândia que desde o inicio levou a serio e implantou quarentena extrema no país, e hoje se recupera com apenas 1.474 casos (entre confirmados e prováveis) e somente 19 mortes. Além disso, com 82% do total curados. Ficando claro que as medidas de isolamento necessitam ser cumpridas, e que do contrario a economia apresentará grandes baixas.
É evidente, portanto, que o governo deve decretar um sistema mais rígido de isolamento, a fim de erradicar o problema mais rapidamente e como consequência o comércio possa se estabelecer novamente, assim como na Nova Zelandia.