Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 19/07/2020

A crise de 1929 foi um dos acontecimentos mais impactantes da História Contemporânea.Também conhecida como a Grande Depressão,sucedeu-se devido a superprodução e especulação financeira,que ocasionou a “quebra” da bolsa de valores de Nova York e,baseado nesses eventos foi evidenciada umas das mais agravantes instabilidades econômicas dos últimos tempos.No entanto, atualmente, a realidade do mundo todo tem sido semelhante.Por causa da nova pandemia identificada  -o Coronavírus- a economia foi impactada drasticamente, em consequência da paralisação das atividades comerciais e do aumento dos impostos para suprir alguns prejuízos causados.

Com o objetivo de conter a pandemia,boa parte da população mundial(exceto profissionais essenciais como os de saúde) foi submetida a medidas de isolamento, que incluíram fechamento de escolas e do comércio, interrupção da produção industrial e fechamento de fronteiras.Segundo o IBGE, nesses últimos meses o comércio varejista teve um recuo de 16,8% nas vendas que foram fortemente impactadas pelas medidas restritivas.Logo, essa porcentagem deverá aumentar já que de acordo com Fundo Monetário Internacional (FMI) o Produto Interno Bruto (PIB) global tem grande probabilidade de recuar 3% neste ano.Visto que, esses números só agravam ao longo do tempo, é possível observar que o comércio e suas respectivas atividades moldam o futuro econômico do mundo.

Não obstante, a dívida monetária do Brasil em virtude da pestilência é alta.Conforme o FMI,o endividamento do país já está próximo de 90% do PIB, contra uma média de 53% nos países emergentes.Em conformidade com Bruno Calil Fonseca,“Crise é sintoma de desarranjo ético e político", ou seja,a crise financeira na qual se encontra grande parcela dos países no mundo é devido a desorganização da sociedade em si que,na maioria das vezes,não entra em um senso comum para impor melhores ideias para sociedade.

Portanto, os fatores apresentados demonstram que a repercussão é resultado do desequilíbrio socioeconômico.Em concordância com Albert Einstein, “é urgente eliminarmos da mente humana a ingênua suposição de que seja possível sairmos da grave crise em que estamos mergulhados, usando o mesmo pensamento que a produziu”.Com isso, é necessário que o Governo Federal promova campanhas,com auxílio das mídias,no intuito de reduzir os preços dos produtos ofertados e consequentemente aumentar o consumo da população.Outrossim,é fundamental que a Receita federal realize uma restruturação na carga tributária através de uma revisão no tratamento desses impostos,em todos os setores, afim de ser distribuída de forma mais justa e que possa ser aumentada para quitação das dívidas.Posto isso,seja viável a saída do conflito na qual se obtém.