Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 18/07/2020

Sabe-se que o país tem sofrido com diversas crises na economia nos últimos anos, e diante disso e também com a atual pandemia vivenciada, os impactos são devastadores. O primeiro e maior impacto do vírus é a necessidade de distanciamento social e isolamento diante do seu elevado nível de contágio, com isso, pessoas deixaram de sair às ruas para consumir como antes ou  até mesmo trabalhar, sobretudo quem está classificado como grupo de risco. Sendo assim, é preciso refletir sobre as consequencias de tal isolamento não só no Brasil, mas no mundo todo.

Vale resaltar os prejuízos que o virús causou, como por exemplo no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que caiu 1,5% no primeiro trimestre e deve seguir ladeira abaixo, e já destruiu 860 mil postos de trabalho formais no país, 17,8 mil só no Espírito Santo.  O economista Eduardo Araújo lembra que a economia brasileira já vinha mal nesses nos últimos anos, com dificuldades para se reerguer, o que elevou o tamanho das perdas aqui. “Isso se junta ao fator dessa ser uma crise diferente das outras, mais intensa e mais veloz ao atingir pessoas e empresas. Então o resultado [do PIB] dos próximos trimestres e do ano deve ser ainda pior”. Mas o que fazer para retomar a atividade econômica passada a fase mais aguda da crise, quando a circulação de pessoas puder ser reestabelecida nas cidades? Aí surgem as divergências.

Torna-se evidente, portanto, que medidas devem ser tomadas para minimizar esse quadro. Assim, o Estado promotor do desenvolvimento social deve investir em  planos de reconstrução com medidas temporárias, que ajudarão a fazer com que o país passe por essa crise, se restabeleça, e a partir daí possam dar o primeiro passo para abrandar esse cenário.