Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 18/07/2020
Durante a Baixa Idade Média, a economia medieval vivenciou uma época de ascensão mediante ao seu notório desenvolvimento. Contudo, na metade do século XIV essa realidade foi bruscamente interrompida com o advento da Peste Negra, doença que dizimou europeus e provocou um enorme desordenamento ao processo produtivo da época, desestabilizando a economia e dando origem a Crise do Século XIV. Ainda este ano, a disseminação do novo Coronavírus tomou proporções mundiais, tornando necessária a imposição do isolamento social como medida de segurança, impedindo cidadãos de trabalharem e, desta forma, causando impactos na economia atual. Dentre estes impactos estão a falência de comércios locais e, até mesmo, de grandes empresas. Uma vez que o isolamento social está implantado na sociedade, é indicado não sair de casa para realizar atividades que não se encaixem como de extrema importância. Desta forma, pequenos comércios, como: salões de beleza, restaurantes, lojas de roupa e outros, não recebem clientes, impedindo que haja a renda mensal para arcar com os demais custos. Por conseguinte, donos de pequenos comércios e grandes empresas são forçados a realizar cortes e dispensar funcionários para poupar capital e manter o estabelecimento atuando. Uma pesquisa feita pelo IBGE revela que a taxa de desemprego no Brasil chegou a 12,6% após o início da pandemia. Logo, com menos pessoas inseridas no mercado de trabalho, ocorre o desordenamento no processo produtivo do país, ocasionando a baixa na economia local. Em virtude dos fatos mencionados, é necessário que o Ministério da Economia (ME) realize a injeção de capital na economia, possibilitando que os bancos comerciais ofereçam empréstimos contendo juros de baixo custo, incentivando empresas e famílias a manter o ciclo econômico. Em suma, apenas dessa forma será possível diminuir os impactos na economia, causados pela pandemia do novo Coronavírus.