Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 19/07/2020

No ano de 1918 o Brasil sofreu com a epidemia viral, mas conhecida como gripe Espanhola que levou a morte de milhares de pessoas. Atualmente as doenças virais têm e proliferado devido à falta de saneamento básico e também com a precariedade na rede pública de saúde esses fatores tem causado grandes problemas para a população. Como por exemplo a COVID-19 é uma doença causada pelo coronavírus, denominado SARS-CoV-2, que apresenta um espectro clínico variando de infecções assintomáticas a quadros graves.

As interrupções na atividade econômica e as incertezas sobre o futuro também provocaram abalos no mercado brasileiro. O dólar superou pela 1 vez na história o patamar de R$ 5,90. De acordo com o filósofo, Lúcio Aneu Séneca, a economia por si só é uma grande fonte de receitas. Porém por conta da da crise causada pela COVID- 19, a Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado, estima que o déficit do setor público deverá superar R$ 700 bilhões neste ano. O órgão aponta ainda que as contas do setor público consolidado, ou seja, do governo federal, estados, municípios e empresas estatais, deverão ter rombos sucessivos até 2030.

O mercado brasileiro passou a estimar retração de 5,89% do PIB em 2020, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central, e diversos bancos e consultorias avaliam que o país corre o risco de enfrentar uma nova recessão.A pandemia também tem colocado mais brasileiros nas estatísticas do desemprego. A economia brasileira fechou 1,1 milhão de vagas de trabalho com carteira assinada entre os meses de março e abril, segundo dados do Ministério da Economia.

Portanto, para atender a população com informações seguras sobre o novo coronavírus, o Ministério da Saúde poderia lançar um aplicativo chamado Coronavírus, o aplicativo permite que a pessoa faça uma espécie de triagem virtual e descubra se pode ser um caso suspeito. O usuário responde a perguntas sobre seus sintomas e o aplicativo indica a possibilidade de ele estar com a doença. A crise do coronavírus chamou atenção para a necessidade de explorar o potencial dos robôs no combate às pandemias. Eles podem ser usados para atividades que vão desde a desinfecção de ambientes como hospitais, evitando a disseminação do vírus, até o controle de fronteiras. Também podem fornecer medicamentos e alimentos, além de medir sinais vitais, contribuindo para reduzir os contatos entre pacientes e outras pessoas.